Universo Marvel: confira os 10 melhores filmes da franquia de heróis

Com a estreia de Homem-Aranha: Longe de Casa, saga chega ao 23º longa e encerra a Fase Três. MCU só volta aos cinemas em 1º de maio de 2020

Maior franquia da história do cinema – mais de US$ 21 bilhões arrecadados mundialmente até o momento –, o Universo Cinematográfico Marvel (MCU) chega ao 23º filme com a estreia de Homem-Aranha: Longe de Casa. Termina, assim, a chamada Saga do Infinito, que teve seu clímax no épico Vingadores: Ultimato. Para marcar a conclusão desse ciclo dos super-heróis, o Metrópoles escolhe seus 10 longas favoritos.

Daqui em diante, só o que temos são datas de estreia (nos Estados Unidos) de futuros lançamentos: dois em 2020 (1º de maio e 6 de novembro), três em 2021 (12 de fevereiro, 7 de maio e 5 de novembro) e mais três em 2022 (18 de fevereiro, 6 de maio e 29 de julho). A Disney/Marvel ainda não confirma nada oficialmente, mas a única produção que parece em andamento é a aventura solo da Viúva Negra (Scarlett Johansson), com direção da australiana Cate Shortland (Lore).

No mais, sobram especulações do que deve chegar aos cinemas nos próximos anos: sequências solo de Capitã Marvel (Brie Larson), Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e Pantera Negra (Chadwick Boseman), Guardiões da Galáxia Vol. 3, The Eternals, que supostamente teria Angelina Jolie e Kumail Nanjiani (Doentes de Amor) no elenco, e o super-herói asiático Shang-Chi.

Confira os 10 melhores filmes do Universo Cinematográfico Marvel (MCU):

1/10
Porém, nos eventos de Vingadores: Ultimato, ele morre
Homem de Ferro (2008), de Jon Favreau. O longa que abriu o MCU continua um dos mais consistentes da editora nos cinemas. Além de apresentar Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), que se tornaria o líder dos Vingadores e grande estrela da franquia, escancara a principal marca da saga: humor autoirônico, carinho pelos fãs dos gibis com referências reconhecíveis e apreço pela estrutura de histórias compartilhadas, fundamental para a manutenção do universo e da curiosidade dos fãs. Favreau, hoje autor do remake live-action de O Rei Leão, assinou e estreou no papel de Happy Hogan, fiel escudeiro de Stark que acompanha o Homem-Aranha em Longe de Casa
Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), de Joe Johnston. Pouco importa se a origem de Steve Rogers (Chris Evans) representa a segunda pior bilheteria do MCU (US$ 370 milhões), só à frente de O Incrível Hulk (US$ 263 milhões). O olhar romântico e aventuresco de Joe Johnston (Jumanji, The Rocketeer) casa perfeitamente com uma trama envolvendo reescrita da Segunda Guerra Mundial e jornada de renegado alçado à condição de herói nacional
Mesmo assim, ele voltará aos cinemas na pele do heróis, no longa sobre a Viúva Negra
Homem-Aranha: Longe de Casa (2019), de Jon Watts. O mais recente lançamento do MCU acerta em cheio ao trazer Mystério (Jake Gyllenhaal), o vilão ilusionista do teioso, ao universo e apostar em uma MJ (Zendaya) remodelada para novos tempos – impetuosa, desconfiada e independente. Homem-Aranha (Tom Holland) começa a adquirir papel de liderança na nova fase dos Vingadores
Os Vingadores (2012), de Joss Whedon. Em certo sentido, a conclusão da Fase Um tornou o MCU o que ele é hoje. Foi o primeiro filme da editora a reunir os super-heróis contra uma ameaça de fato interplanetária e a atingir mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias – algo que se repetiria com frequência
Homem-Formiga e a Vespa (2018), de Peyton Reed. Filme de "descanso" entre Guerra Infinita (2018) e Capitã Marvel (2019), importante em termos de narrativa sobretudo porque apresenta o Reino Quântico como solução para o estalo de dedos apocalíptico de Thanos. Por outro lado, também pode ser visto como a melhor comédia do MCU. Gags visuais inventivas, sempre brincando com a escala dos heróis, e momentos hilários protagonizados por Luis (Michael Peña), "parça" de Scott Lang/Homem-Formiga (Paul Rudd)
Vingadores: Guerra Infinita (2018), de Anthony e Joe Russo. A primeira parte da batalha dos Vingadores contra Thanos representa uma das propostas mais arriscadas da franquia, sobretudo pelo protagonismo do cínico, brutal e elegante supervilão Thanos (Josh Brolin). Um raro filme de derrota do bem contra um mal capaz de dizimar metade do universo com um simples estalar de dedos
Pantera Negra (2018), de Ryan Coogler. O inegável impacto cultural do Pantera, que prestigia o legado da África para o mundo por meio da fictícia Wakanda, fez do longa o mais elogiado e premiado do MCU: sete indicações ao Oscar (incluindo melhor filme), três estatuetas (as primeiras da saga) e as melhores avaliações nos agregadores de críticas Rotten Tomatoes (97%) e Metacritic (88). A coleção de acertos realmente impressiona: do vilão Killmonger (Michael B. Jordan) à música (trilha do oscarizado sueco Ludwig Göransson e canções chefiadas pelo rapper Kendrick Lamar)
Vingadores: Ultimato (2019), de Anthony e Joe Russo. Joga a favor do épico o acúmulo de histórias que antecederam o confronto final entre Thanos e Vingadores. Ainda assim, chama atenção a maneira como os irmãos Russo conseguem equilibrar sacrifício, sofrimento e leveza nas jornadas de personagens como Capitão América, Homem de Ferro, Hulk e Gavião Arqueiro. Filme-evento com um coração do tamanho da franquia que o envolve