Tão ruim que é bom: 13 filmes de sucesso rejeitados pela crítica
Os longas não tiveram boas notas entre os especialistas, mas ganharam a admiração do público a ponto de virarem sucessos
atualizado
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Cinéfilos ao redor do mundo sempre querem saber o que há de bom nos cinemas. No entanto, alguns têm uma pergunta muito mais divertida: “Qual é o filme ruim que eu vou amar?”. Pode parecer uma contradição, mas alguns títulos detestados pela crítica conseguem forte acolhimento entre o público. Eventualmente, viram fitas cult ao longo dos anos.
O cinema cult tem fascinado gerações. Desde Plano 9 do Espaço Sideral (1959) até o mais recente fenômeno, The Room (2003) – que inspirou James Franco a se tornar o próprio Tommy Wiseau em Artista do Desastre (2017) –, alguns filmes são tão “peculiares” que acabam se tornando os favoritos da plateia.
Confira abaixo uma lista de filmes “tão ruins que são bons”:







Se Keaton está entre os melhores, certamente George Clooney e seus bat-mamilos em Batman & Robin (1997) está na lista de muitos como o pior Batman dos cinemas.
Warner Bros.
Do Fundo do Mar (1999): na busca da cura para o mal de Alzheimer, um grupo de cientistas fica aprisionado e vira presa de três tubarões inteligentes. O longa tem a participação de nomes como Samuel L. Jackson – que faz um dos mais icônicos discursos do cinema, interrompido por um tubarão –, Stellan Skarsgård e até LL Cool J. As cenas de ação são algumas das mais divertidas. Disponível na Amazon Prime. Notas: 54% no Metacritic, 59% no Rotten Tomatoes
Warner Bros.
MAC and Me (1988): em um plágio descarado do filme E.T., de Steven Spielberg, um alienígena que foi separado de seus pais tenta escapar da NASA e acaba se tornando amigo de um garoto numa cadeira de rodas. O mais inexplicável do filme é que ele foi um dos primeiros a fazer o famoso product placement com McDonald's e Coca-Cola. Além disso, é um dos filmes favoritos de Paul Rudd. Disponível na Amazon Prime. Notas: 3,3 no IMDb, 0% no Rotten Tomatoes
IMDb
Sucker Punch (2011): um dos fatores mais importantes da experiência de assistir a esse filme é que o diretor, Zack Snyder, realmente acredita que essa é uma película feminista. A trama segue Babydoll (Emily Browning), uma jovem que é institucionalizada pelo seu padrasto abusivo. Enquanto ela está lá, conhece um grupo de garotas que decidem escapar do estranho bordel/orfanato. O que salva o filme são as cenas de batalha que as meninas enfrentam em um mundo imaginário onde têm que lutar contra zumbis nazistas, robôs samurais, um dragão e Oscar Isaac. Disponível na Amazon Prime. Notas: 33% no Metacritic, 22% no Rotten Tomatoes
Clay Enos/Warner Bros.
Birdemic: um dos mais recentes clássicos cult, este filme demora muito para começar. Cerca de 40 minutos passam antes de o longa apresentar o conflito com pássaros mutantes, e os personagens têm de tentar sobreviver aos ataques dessas aves e salvar a pacata cidade de Half Moon Bay, na Califórnia. Esse é o tipo de longa-metragem que não deve ser levado a sério. Apesar de errar em basicamente tudo, ele é um filme com um charme estranho. Disponível na Amazon Prime. Notas: 1,8 no IMDb, 19% no Rotten Tomatoes
IMDb
Sharknado 1–6 (sim, 6) (2013): outro filme que se tornou um grande sucesso cult. A franquia começou em 2013, e a trama segue um grupo de pessoas em Los Angeles quando um furacão carregando tubarões invade a cidade inundada. Algo para se ter em mente ao assistir a esses longas é que Sharknado foi feito para ser ruim, e todos os outros entraram na brincadeira. Disponíveis na Amazon Prime. Nota: 78% no Rotten Tomatoes pelo primeiro filme, com o consenso de que o longa “redefine o gênero ‘tão ruim que é bom’ para uma nova geração”
IMDb
Deuses do Egito (2016): do mesmo diretor de O Corvo e Cidade das Sombras, Deuses do Egito é um épico que mistura mitologia e sci-fi para criar deuses que se tornam gigantes animais metálicos voadores. O filme é repleto de ação e tem até romance. A trama segue Bek (Brenton Thwaites), que se junta ao deus Horus (Nikolaj Coster-Waldau) contra Set (Gerard Butler), o deus das trevas, que usurpou o trono egípcio e transformou uma era pacífica em caos e conflito. Disponível na Amazon Prime. Notas: 25% no Metacritic, 16% no Rotten Tomatoes
IMDb
O Destino de Júpiter (2015): este filme tem um elenco estrelado, com vários talentos e uma trama que só faz sentido no contexto do longa. Uma jovem (Mila Kunis) descobre seu destino como a herdeira da nobreza intergalática e deve se juntar a um homem-lobo, Caine (Channing Tatum), para lutar e proteger a Terra de uma antiga e destrutiva indústria liderada por Balem (Eddie Redmayne). O mundo criado pelas irmãs Wachowski é vibrante e estranho, o que influencia a audiência a se perder na trama. Disponível na Amazon Prime. Notas: 40% no Metacritic, 27% no Rotten Tomatoes
Warner Bros.
Encontro Marcado (1998): outro filme com elenco estrelado que acabou sendo muito estranho. A trama segue a Morte, que toma o formato de Joe Black (Brad Pitt), que pede a um magnata da mídia, William (Sir Anthony Hopkins), para ser um guia e o ensinar sobre a vida na Terra. No processo, Joe acaba se apaixonando pela filha de William, Susan (Claire Forlani). O longa é uma mistureba de contemplações pseudorreligiosas, e é muito divertido ver um elenco desses oferecendo algumas das performances mais bizarras de suas carreiras. Disponível na Amazon Prime. Notas: 43% no Metacritic, 53% no Rotten Tomatoes
Getty Images/Universal Pictures
Mas por uma personagem latina, chamada Jess Morales
Disney Enterprises, Inc./Jerry Bruckheimer, inc.
SPF-18 (2017): antes de Noah Centineo bombar com Para Todos os Garotos que Já Amei, ele participou de um dos mais estranhos filmes produzidos pela Netflix. A jovem Penny Cooper (Carson Meyer) passou anos consumida pela sua paixão por Johnny Sanders Jr. (Noah Centineo), até conhecer um misterioso músico que aparece na praia. O longa é bem confuso e traz perguntas como “O Keanu Reeves realmente está nesse filme?”, “Essa é a Molly Ringwald?” e “Aquela era a Pamela Anderson?”. Disponível na Netflix. Nota: 8% no Rotten Tomatoes
Alex Israel
Homem-Aranha 3 (2007): na extensa coleção de longas sobre um dos mais famosos super-heróis do mundo, um deles se destaca como o melhor “filme tão ruim que é bom”. Apesar de não ser objetivamente ruim, ele é memorável por todas as razões erradas. Famoso por apresentar ao mundo o “Homem-Aranha emo”, corrompido pelo Simbionte, o longa segue Peter Parker (Tobey Maguire) enquanto ele luta contra três vilões diferentes e tenta se descobrir como qualquer outro jovem adulto. Nessa jornada, ele se torna um bad boy que interrompe a performance de Mary Jane (Kirsten Dunst) num lounge para que ele possa brilhar com sua própria coreografia para impressionar... Mary Jane? Gwen Stacy (Bryce Dallas Howard)? Disponível na Amazon Prime. Notas: 59% no Metacritic, 51% no Rotten Tomatoes
IMDb
Do Jeito que Elas Querem (2018): já parou para pensar sobre o que se passa pelas mentes das fãs da franquia de Cinquenta Tons de Cinza? Neste filme, quatro das mais famosas atrizes de Hollywood respondem ao questionamento. Diane (Diane Keaton), Vivian (Jane Fonda), Sharon (Candice Bergen) e Carol (Mary Steenburgen) veem suas vidas mudar após lerem 50 Tons de Cinza em seu clube do livro. Apesar de ser malfeito, com planos de fundo de efeitos especiais, o elenco charmoso te envolve na trama, e você acaba torcendo para essas mulheres encontrarem um amor. Disponível na Amazon Prime. Notas: 53% no Metacritic, 54% no Rotten Tomatoes
Melinda Sue Gordon/Paramount PicturesFique por dentro!
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