Quiosque em frente à CLDF é furtado e prejuízo pode chegar a R$ 10 mil

Arrombamento ocorreu a poucos metros da entrada principal da sede Legislativa. Imagens ainda não foram solicitadas pela PCDF

Suzano Almeida/ MetrópolesSuzano Almeida/ Metrópoles

atualizado 19/07/2019 8:20

Nem o imponente prédio da Câmara Legislativa, com todo o aparato de segurança, é intimidador para a realização de crimes em seus arredores. Na madrugada dessa terça-feira (16/07/2019), um quiosque que comercializa lanches, localizado exatamente em frente à entrada principal da sede do Legislativo local, foi arrombado. Os criminosos levaram produtos e equipamentos, deixando para trás um prejuízo de aproximadamente R$ 10 mil.

O furto foi descoberto por funcionários do estabelecimento, quando chegaram para trabalhar, por volta das 7h30. Ao se aproximarem do quiosque, eles perceberam produtos jogados no chão e até pensaram que poderia ser o dono organizando a loja.

“Olhamos e estava tudo no chão: isopor, as vasilhas onde armazenamos os produtos, queijo, presunto. Quando olhamos dentro percebemos que haviam levado frango, a chapa, o fogão, o botijão de gás, panela de pressão e o gerador de energia. Se somarmos o prejuízo, deve ficar entre R$ 8 mil e R$ 10 mil”, contou uma funcionária, sem se identificar.

Os proprietários chamaram a Polícia Civil. Segundo eles, os agentes fizeram a perícia do local e recolheram impressões digitais. A equipe teria dito ainda que pediria as imagens do circuito de segurança da Câmara Legislativa, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) e de prédios comerciais nos arredores do local.

O quiosque é frequentado especialmente por servidores da Câmara Legislativa e comercializava lanches, como tapiocas, sanduíches, omelete, cuscuz e açaí. Sem o equipamento, o local está vendendo apenas açaí, e em pequena quantidade, por não ter como manter os produtos.

Mesmo com a proximidade com o prédio, a Coordenadoria de Polícia Legislativa (Copol) disse não ter conhecimento do ocorrido. Por meio da assessoria da Casa, a Copol informou ser responsável apenas pelo prédio e sua área interna, não estando dentro de suas atribuições os arredores da sede. Sobre o possível pedido de acesso às imagens, o corpo de segurança disse não ter sido oficiado pela Polícia Civil.

A reportagem procurou as polícias Civil e Militar, mas até a publicação desta matéria as corporações não haviam se manifestado.

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