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Logo após ser preso por policiais militares na madrugada deste sábado (7/1), escondido em uma região próxima da Ponte Alta, no Gama, o assassino confesso da professora Raquel Costa Miranda, 41 anos, contou como matou a servidora e deu detalhes do crime. O autor chegou a afirmar que antes de morrer, a professora achou que a arma do assalte era de brinquedo.

Em um áudio gravado logo após a prisão, Leonardo Guilherme Bastos dos Santos, 24 anos, tentou se defender dizendo que Raquel teria dado um tapa em seu revólver e a arma acabou disparando.

Um policial que participou da prisão perguntou para Leonardo o motivo pelo qual ele matou a professora. “Eu não atirei nela não senhor. Ela achou que o meu revólver era de brinquedo e eu engatilhei. Ela deu um tapa bem no meu gatilho, senhor. E disparou o meu revólver”, disse o assassino.

 

 

Leonardo foi levado para a carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE) e depois para o Centro de Detenção Provisória (CDP), na Papuda.

O crime
De acordo com a ocorrência registrada na 14ª Delegacia de Polícia (Gama), Raquel saía do Posto de Saúde 5, na Quadra 38, Setor Central, por volta das 12h20 na quarta (4) quando viu um homem mexendo no seu veículo, um Fiat Uno.

Ela teria começado a gritar, conforme o relato feito na DP. O criminoso aproximou-se da vítima, atirou, pegou a chave do automóvel e fugiu do local. O carro foi encontrado queimado no Novo Gama (GO), Entorno do DF.

 

 

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