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Com a crise hídrica e a seca, a dengue saiu do foco das principais preocupações do brasiliense em 2017. Porém, a doença matou 10 pessoas no Distrito Federal entre janeiro e a última semana deste ano. Por isso, os moradores do DF não devem se descuidar no combate ao mosquito Aedes aegypti. Outros 14 casos graves foram registrados no período, que teve um total de 6.014 notificações.

Os dados são da Secretaria de Saúde. O número de mortes é bem menor do que o registrado no mesmo período de 2016, quando foram computados 22 óbitos e 41 casos graves.

O levantamento feito pela Pasta também mostra que a incidência de dengue permanece baixa na maioria das regiões administrativas. No entanto, quatro delas precisam de atenção: Estrutural, São Sebastião, Fercal e Planaltina. Foram essas que registraram os maiores índices de casos.

Zika
O documento traz ainda informações referentes ao zika vírus, também transmitido pelo Aedes aegypti. Foram 232 acometidos pela doença, dos quais 178 infectados no DF.

Febre chikungunya
Em 2017, foram registrados 358 casos suspeitos de febre chikungunya no DF. A maioria das ocorrências está concentrada em Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Gama, Guará e Planaltina.

 

 

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