Praça dos Três Poderes: reforma tem retirada de pedras portuguesas
Obras começaram em novembro de 2025 e primeira etapa deve ser concluída até dezembro de 2026
atualizado
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A reforma da Praça dos Três Poderes entrou em uma nova fase com o início da retirada das pedras portuguesas do calçadão. O material será realocado posteriormente, conforme prevê o projeto de revitalização do espaço.
As obras começaram em novembro de 2025 e incluem a modernização da praça, recuperação de estruturas comprometidas e valorização do conjunto arquitetônico. A previsão é que a primeira etapa seja concluída até dezembro de 2026.
O projeto contempla:
- recuperação dos pisos,
- restauro de obras de arte e monumentos,
- revitalização de espaços culturais,
- modernização da iluminação.
Também estão previstas melhorias na acessibilidade, na drenagem e na sinalização visual e turística, bem como a instalação de câmeras de segurança.
A revitalização é financiada com recursos da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio da Lei Rouanet. O investimento total é de cerca de R$ 34,8 milhões.
Reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco, a praça é uma área tombada e terá as obras supervisionadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Segundo o instituto, o restauro das obras de arte e dos monumentos deve ser entregue no primeiro semestre de 2027.
Entre as intervenções previstas estão a implantação de sonorização e climatização no Espaço Lúcio Costa, instalação de suportes para câmeras, modernização da iluminação e medidas de prevenção contra incêndios em áreas culturais.
O projeto também inclui o restauro de obras como “A Pomba”, de Marianne Peretti; “Marco Brasília”, de Oscar Niemeyer; e “Os Guerreiros”, conhecido como “Dois Candangos”, de Bruno Giorgi, além de hermas de figuras históricas e a revitalização do Museu da Cidade e do Espaço Lúcio Costa.
