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Família encontra vendedora desaparecida e diz que mulher foi raptada

Janaína Arlany Viana Silva, 32 anos, foi encontrada no Riacho Fundo, na tarde desta quinta. Vítima disse que teve todos os pertences roubado

atualizado 11/08/2022 19:08

Imagem cedida ao Metrópoles

A vendedora Janaína Arlany Viana Silva, 32 anos, foi encontrada na tarde desta quinta-feira (11/8), em um supermercado no Riacho Fundo II. A mulher teria sido abordada e rendida por dois homens em uma parada de ônibus na Samdu Norte, Taguatinga, que levaram todos os seus pertences. “Ela está muito nervosa, passando mal, então ainda não entendemos todos os detalhes. sabemos que eles liberaram ela e ela conseguiu chegar ao mercado, mas não sabemos onde eles a deixaram”, explica uma amiga da família em entrevista ao Metrópoles.

A mulher estava desaparecida desde o final da tarde dessa quarta-feira (10/8). Ela havia sido vista pela última vez em uma parada de ônibus, próximo ao Cartório do 5º Ofício de Notas, em Taguatinga Norte.

Segundo Francisca Damaso, amiga de Janaína, os funcionários do supermercado onde ela foi encontrada chamaram a família por volta das 16h30. A vendedora contou que estava na parada quando foi abordada por dois homens que a colocaram vendada dentro de um carro.

Janaína presta depoimento da 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro), que investiga o caso.

Desaparecimento

Segundo parentes de Janaína, ela trabalha em uma loja de roupas na Avenida Samdu Norte. Porém, desde que saiu do trabalho, por volta das 18h30, não havia retornado para casa.

“Tentamos ligar e enviar mensagem, mas ninguém consegue contato com ela. Estamos desesperados e sem saber o que fazer”, disse a irmã da mulher, Jeize Viana, na manhã desta quinta, antes de a mulher ser encontrada.

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A última pessoa com quem ela havia conversado, por mensagem, foi o ex-marido. Na ocasião, Janaína pediu que ele buscasse os dois filhos deles na escola e, quando chegasse a Ceilândia, região onde mora, os pegaria.

“Ela me enviou uma mensagem falando que estava indo para Ceilândia e que, quando chegasse, entraria em contato. Ela disse também haver dois homens suspeitos na parada de ônibus. Depois disso, ela não falou mais nada, e o celular dela ficou sem sinal”, conta o ex-marido, Paulo Torres.

Ainda de acordo com Paulo, nesta quinta, a família teve acesso às imagens da câmera de segurança da loja em que ela trabalha. No registro, porém, a mulher teria ido na direção oposta à parada na qual ela pega o ônibus para casa. “Ela aparece andando rápido. Estamos em busca de mais imagens para ver se fugia de alguém”, comenta.

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