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Criminosos usam armas de guerra para matar PM dentro de carro blindado
Veículo ficou com dezenas de marcas de disparos, especialmente na região da maçaneta, onde blindagem costuma ser menos resistente
atualizado
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As forças de segurança do Rio de Janeiro se uniram para desvendar a execução de mais um policial militar carioca. O sargento Bruno Matias Manhães, 45 anos, foi executado a tiros na Rua Barão de Capanema, em Bangu, na zona oeste da capital fluminense, nesta segunda-feira (17/2).
A vítima estava dentro de um carro blindado, mas o veículo não foi capaz de deter os disparos feitos com armas de guerra. Esse é o segundo caso em menos de 24 horas de assassinato de policial militar no Rio de Janeiro.
O veículo ficou com dezenas de marcas de tiros, especialmente próximo à maçaneta, onde a blindagem costuma ser menos resistente. A vítima era lotada do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE).
Até a mais recente atualização desta reportagem, não havia informações sobre quem são os assassinos. A polícia suspeita que o crime tenha sido cometido por milicianos ou faccionados do Comando Vermelho (CV).
Uma equipe do 14º Batalhão de Polícia Militar (Bangu) foi acionada para verificar a ocorrência de disparos de arma de fogo na região. Quando chegaram, os PMs encontraram o corpo da vítima dentro de um veículo e isolaram a área para perícia.
A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Homicídios da Capital. Procurada pela coluna Na Mira, a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) informou que as investigações estão em andamento.
Na mesma data desse crime, mas pela manhã, o policial militar reformado Marcos Antonio Cortinas Lopez, 58, foi morto a tiros na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca.
O crime ocorreu na altura do Número 9.000 da rua – que, com 40 km de extensão, é uma das principais da região e liga alguns bairros da zona oeste da capital fluminense.