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Criminoso entrou em luta corporal com servidor do BB morto no Park Way

Claudemar Moura Santos, 47 anos, foi encontrado morto com lesões no rosto, em 28 de maio. Ele teve a bicicleta e o celular roubados

atualizado 19/06/2022 18:14

Divulgação/PCDF

O homem de 19 anos (foto em destaque) suspeito de assassinar e roubar os pertences do ciclista encontrado morto em 28 de maio, no Park Way (SMPW), entrou em luta corporal com a vítima após anunciar o assalto. Claudemar Moura Santos, 47 anos, teve a bicicleta e o celular levados pelo autor do crime, ocorrido no Conjunto 5 da Quadra 3 do Setor de Mansões.

O analista de TI do Banco do Brasil foi encontrado sem vida e com lesões no rosto. Ele andava de bicicleta no momento em que foi abordado.

Na ocasião, ao notar que o autor do crime portava um simulacro de arma de fogo, a vítima reagiu para evitar o roubo de seus pertences. No entanto, durante o confronto, o criminoso deu socos no rosto do ciclista e, ainda, aplicou nele um golpe conhecido como “mata-leão”, fazendo com que Santos caísse já desfalecido no chão.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu a ocorrência com duas viaturas e oito militares, mas, ao chegar ao local, a vítima já estava sem vida. A coluna apurou que o corpo estava à beira da pista, com sinais de violência física.

Câmeras de segurança

No início deste mês, a PCDF divulgou imagens de câmeras de segurança que mostravam o suspeito pedalando na bicicleta da vítima. Ele vestia calça jeans clara, camiseta branca estampada e boné vermelho. Veja:

 

Segundo os policiais, o homem abandonou a bike próxima a linha do Metrô-DF, que passa pelo Park Way. Posteriormente, o pertence de Claudemar foi recuperado pela PCDF.

Prisão

Agentes da 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante) prenderam o suspeito nesta sexta-feira (17/6), no local de trabalho dele, em Santa Maria.

O homem tinha marcas de luta corporal com a vítima e confessou o crime de latrocínio.

Os agentes conseguiram diversas imagens que demonstraram toda dinâmica do criminoso após o ataque a Santos, o que levou à sua identificação. Durante as diligências, na residência do autor, foi encontrado o aparelho celular subtraído da vítima, bem como o simulacro de arma de fogo utilizado.

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Ao ser interrogado sobre os fatos, o autor confessou o latrocínio e ofereceu detalhes da dinâmica dos fatos.

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