O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) determinou o arquivamento de uma denúncia contra a presidente do Partido dos Trabalhadores no Distrito Federal, Erika Kokay, por supostos desvios de recursos do Sindicato dos Bancários do DF.

A ação tramitava no Supremo Tribunal Federal (STF), porém foi enviada para a primeira instância após decisão do plenário de restringir o foro privilegiado para deputados e senadores.

O parecer do MPDFT manteve o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), encaminhado ao Supremo, de arquivar o processo.

A petista divulgou nota sobre o assunto. “a PGR já havia se manifestado em  2 de maio, pouco antes do inquérito ser remetido à primeira instância, pelo arquivamento da investigação por absoluta falta de provas que pudessem atestar qualquer tipo de ilícito”, diz o texto postado no site da parlamentar.

Caso
No caso de Erika Kokay, a acusação por supostos desvios de verbas do Sindicato dos Bancários de Brasília é de 2003, cinco anos após a petista ter deixado a presidência da entidade sindical – a ação passou à apreciação do STF após ela ser eleita, em 2010, para o seu primeiro mandato de deputada federal.