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O morador de Taguatinga Silvestre Araújo está revoltado com a qualidade do asfalto no Distrito Federal. Ele chegou a contabilizar quantos buracos tem o trajeto diário que faz entre a Avenida Hélio Prates e a Ponte Juscelino Kubitschek. São 32. Ele ainda reclama especialmente da qualidade da Hélio Prates. Segundo ele, está “só o cascalho”.

Confira o vídeo que Silvestre encaminhou para o Metrópoles:

E ele não é o único a enfrentar o problema. No dia 14 de novembro, a equipe do Metrópoles passou por vias do Plano Piloto, de Taguatinga, de Ceilândia, do Park Way e do Guará II e verificou que as chuvas que atingem o DF causaram estragos no asfalto. “É escapar de um buraco para cair em outro”, reclama o contador Tacio Antônio, de 30 anos.

Teste para verificar o problema
Segundo o Tribunal de Contas do DF (TCDF), a fragilidade do asfalto na capital federal é anormal. Em auditoria divulgada em outubro, o órgão apontou falhas contundentes na execução de obras de pavimentação e a entrega de serviços aquém da qualidade exigida.

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) garante que está intensificando a operação tapa-buracos em função das chuvas.

 

 

 

 

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