Sabatina Metrópoles: Leila quer zerar fila de creches, caso eleita

Leila Barros (PDT), candidata ao Governo do Distrito Federal (GDF), participou da sabatina do Metrópoles nesta quinta-feira (29/9)

atualizado 30/09/2022 2:27

Mulher loira com blusa preta e blazer roxo falando em microfone Rafaela Felicciano/Metrópoles

Leila Barros (PDT), candidata ao Governo do Distrito Federal (GDF), participou da sabatina do Metrópoles nesta quinta-feira (29/9). Durante 30 minutos, ela falou aos jornalistas Matheus Garzon e Luiz Prisco sobre as propostas que deve colocar em prática caso eleita.

No início da entrevista, a candidata apontou quais as primeiras medidas que adotará se assumir o governo local em 2023. De acordo com ela, a prioridade é reduzir a fila de cirurgias eletivas.

“Nós temos uma fila de 22 mil pessoas aguardando cirurgia. Então, essa é uma ação imediata. A outra é instituir o programa Restaurante Comunitário Itinerante. Nós vamos instituir imediatamente e levar comida para pessoas que estão passando fome no Distrito Federal. Essas são duas ações que, chegando ao governo no dia 1º, nós vamos instituir”, afirmou.

Saúde

Sobre saúde, Leila do Vôlei disse que seu eventual governo ampliará os hospitais no Distrito Federal, construindo unidades no Pôr do Sol/Sol Nascente e Riacho Fundo.

“O HRC não aguenta mais, então precisamos construir um hospital no Sol Nascente. A mesma coisa com o Hospital do Guará. Quando a gente fala da ampliação do Hospital do Guará é para atender Águas Claras, que está sobrecarregando o HRT”, comentou a senadora.

“Estrategicamente, quando a gente fala de ampliação, a gente pensa em recursos próprios e também em financiamento, apoio da União. Se Deus quiser, vamos ter um governo que vai nos apoiar aqui no Distrito Federal”, completou Leila.

Mobilidade

Questionada sobre propostas relacionadas a monotrilho e metrô, a candidata do PDT explicou que quer expandir as linhas para regiões mais distantes do Plano Piloto.

“Eu estive com uma ala técnica que tem me ajudado muito a pensar a mobilidade do Distrito Federal. E, para Sobradinho, a única forma de se melhorar a mobilidade, saindo do principal modal hoje do DF, que infelizmente continua sendo o ônibus, seria o monotrilho para aquela região. Então, isso foi uma nota técnica que eu recebi e vamos trabalhar em cima dela”, destacou.

Já sobre o metrô, Leila disse que quer expandir para regiões como Santa Maria, Gama, Pôr do Sol e Sol Nascente. “Tem o hangar do VLT abandonado atrás da hípica há anos. Nós vamos resgatar essa linha. Vamos ampliar do aeroporto conexão com W3 Sul/Norte, L2 Sul/Norte. E o metrô até o final da Asa Norte, conectando com o monotrilho de Sobradinho e Planaltina”, acrescentou.

Educação

Uma das pautas alvo de divergência entre candidatos ao GDF é a das escolas com gestão compartilhada com a Polícia Militar. Para Leila, as comunidades devem ser ouvidas antes de uma decisão sobre a manutenção ou não da modalidade.

“Tem regiões aqui do DF que a escola militarizada funcionou. Então, entendo que a gente tem que escutar as regiões, porque foram as comunidades que decidiram se queriam ou não. Como governadora, irei novamente escutar, para saber se funcionou ou não”, pontuou.

Outra questão da área de educação comentada pela candidata foi a fila das creches. “A gente precisa fazer parcerias com organizações da sociedade civil e temos que construir mais creches”, propôs.

“Tem regiões onde temos que construir e vamos buscar investimento para essas áreas. O déficit de vagas para creches é de 12 mil, então nós precisamos zerar essa fila.”

Esporte

Para viabilizar maior investimento no esporte, a candidata disse que buscará parcerias, caso seja eleita. Uma medida que prevê é expandir os centros olímpicos.

“Nós vamos fazer uma grande parceria envolvendo educação, esporte e cultura junto da tecnologia. É assim que vamos promover cidadania e uma melhor qualidade na educação e na formação dos nossos jovens”, assinalou Leila.

Veja a sabatina completa:

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