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O esgotamento dos limites de crédito e a entrada em vigor da lei que permite descontos para compras à vista, o brasiliense está mudando seus hábitos na hora de ir às compras. Em julho, segundo pesquisa da Fecomércio-DF, as vendas em dinheiro ou débito chegaram a 54,67%, superando os pagamentos feitos com cartões de crédito e outras modalidades a prazo.

“Esse índice indica mais um mês de endividamento em um cenário ainda de crise com redução do poder de compras e restrição de créditos”, destaca Adelmir Santana, presidente da entidade.

De acordo com ele, as vendas do comércio tiveram um crescimento tímido de 0,11% em julho na comparação com junho e na análise com o mesmo período do ano passado cresceram apenas 0,06% (jul 2017/ jul 2016). Já as vendas do setor de serviços tiveram redução de -3,13% na comparação mensal (jul 2017/jun 2017).

O segmento do comércio que mais contratou foi de Minimercados, Mercearias e Armazéns, com crescimento de 15,66% no quadro de funcionários. Em contrapartida, o que mais demitiu foi o de Cosméticos e Perfumaria (-9,02%). A Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, realizada pelo Instituto Fecomércio com apoio do Sebrae, ouve 900 empresas de 26 segmentos.

 

 

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