Em presídios, cigarros são mais valorizados que Real

Fenômeno acontece devido ao poder de negociação dos produtos

atualizado 05/03/2021 9:35

Os cigarros são, em regra, bens consumíveis e não utilizados como reserva de valor, mas mesmo assim já serviram como dinheiro no Brasil e em muitos presídios até hoje. Com a inflação dos últimos anos, os dados revelam que os presidiários conservaram mais poder de compra com cigarros que os brasileiros com real.

O cigarro indonésio Gudang se tornou uma moeda amplamente usada em casas noturnas, baladas e bares na década de 90, principalmente no Brasil. Em 1994 um maço custava 30 reais, o equivalente a R$ 282 em valores atuais, após correção monetária de 842,38%.

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