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Um dia depois do rompimento de uma adutora da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) alagar o subsolo de lojas no Bloco D da 304 Sul, o transtorno na quadra ainda preocupa alguns comerciantes.

Dona de uma loja de locação de roupas de festas, Marina Rosseto, 25 anos, ainda não consegue trabalhar com tranquilidade nesta quarta-feira (11/4). A água continua jorrando no subsolo de seu estabelecimento, além de ter aberto um buraco no gesso.

“Estamos com as portas abertas, mas não consigo trabalhar normalmente porque homens estão de um lado para o outro carregando baldes. Estou bastante preocupada, porque final de semana está chegando e as clientes querem saber se os vestidos serão entregues”, disse.

A comerciante calcula que seu prejuízo chegue a R$ 20 mil. Segundo Marina, a calçada em frente à sua loja está com um desnível maior e as obras continuam no local. Ela acionou a Defesa Civil, mas foi informada de que a equipe do órgão foi à quadra na terça e não retornaria nesta quarta.

De acordo com a Caesb, a água que jorra no subsolo de Marina vem da torneira de uma loja vizinha, que ficou aberta durante toda a noite. “Técnicos da Caesb estão no local ajudando a retirar o resto da água e fazendo o serviço de compactação para recuperar, em seguida, o asfalto da pista”, ressaltou o órgão, em nota.

A empresa deve ressarcir os danos causados a seis comerciantes da 304 Sul.

 

 

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