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Distrito Federal

Babá fingia ser detetive em redes sociais para extorquir patroa no DF

A funcionária pediu R$ 15 mil para não divulgar vídeos e fotos "comprometedores" da empregadora

Celimar de Meneses, Carlos Carone30/03/2021 22:55, atualizado 30/03/2021 22:54
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Divulgação
fachada 3ª DP

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu nessa terça-feira (30/3) uma babá que extorquia a patroa. Para dar o golpe, a mulher que ameaçava a empregadora fingia por mensagens ser um detetive particular.

A vítima começou a receber as ameaças pelo celular na última sexta-feira (26/3). Sob o personagem de detetive, a chantagista afirmava ter fotos e vídeos comprometedores da patroa e pedia R$ 15 mil para não divulgá-los.

A babá conseguia as informações que usava no golpe com a própria vítima, que achava que a empregada era de confiança. Assim que começou a receber as mensagens, a empregadora procurou a polícia.

“Na data de hoje [terça] a vítima nos procurou novamente e disse que a pessoa estava incisiva em receber o dinheiro”, detalha o delegado-chefe da 3ª Delegacia de Polícia (Cruzeiro Velho), que investiga o caso, João Maciel Claro.

A babá marcou hora e lugar para pegar o valor, mas enviou um motorista de Uber afim de receber o dinheiro. Mais tarde, a patroa ligou para os investigadores afirmando que havia recebido mais mensagens do suposto detetive.

“Dessa vez, a pessoa pediu para entregar [o dinheiro] à babá que estava no ponto de ônibus, quando um motoqueiro passaria para levar a quantia”, narrou o delegado.
Campana

Os agentes ficaram de campana para verificar a quem a babá entregaria os valores, mas a mulher entrou em um veículo de aplicativo e, por isso, foi abordada logo em seguida.

Os agentes conseguiram a confissão da babá, que explicou ter comprado o chip usado na extorsão e o habilitou. Ela ainda confessou que a motivação do crime seria o acúmulo de dívidas.

A babá trabalhava na casa da vítima há sete anos.

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Caso foi investigado pela 3ª DP
Celular usado para extorquir vítima
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Celular usado para extorquir vítima

Divulgação/PCDF
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Caso foi investigado pela 3ª DP

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