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Pandemia aumenta procura de homens e mulheres por transplante capilar

Distrito Federal, Rondônia e Santa Catarina, nessa ordem, lideram o ranking de buscas por tratamento dos fios

atualizado 23/01/2023 16:02

“A perda do cabelo, o crescimento da calvície, o bullying. Aquilo vai criando uma insatisfação sua com o seu corpo, vai mexendo com a maneira como você se olha. Isso afeta negativamente o seu emocional”, conta Thiers de Carvalho, de 40 anos. Assim como milhares de brasileiros, o executivo da indústria de medicamentos procurou ajuda para resolver a questão, que, como ele mesmo aponta, não é só física. “Hoje, depois do transplante capilar, eu me admiro. Hoje eu acho bonito quem eu vejo no espelho. Eu me visto melhor, me sinto mais jovem, me valorizo. Acabou com aquilo que me incomodava, que me deixava recluso; aquela dor silenciosa.”

Baixa autoestima e aparência mais velha do que realmente é. Esses são alguns dos motivos que levam pessoas como Thiers a procurar ajuda para condições físicas como a calvície. Inclusive, de acordo com a ferramenta de pesquisa do Google, o Google Trends, o termo “Transplante capilar” segue em constante aumento nas buscas. As estimativas são de que, neste mês de janeiro, atinja o índice de 100% na plataforma.

Distrito Federal, Rondônia e Santa Catarina, nessa ordem, lideram o ranking de verificações. 

Infográfico - Metrópoles

Membro da Associação Brasileira de Cirurgia e Restauração Capilar (ABCRC) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o doutor Cleber Stuque, que cuidou de Thiers de Carvalho, ressalta que o interesse, tanto de homens quanto de mulheres, aumentou bastante em consequência da Covid-19, que, entre outros males, provocou queda de cabelo.

“A calvície, por exemplo, carrega uma dor para a autoimagem, e só sabe quem passa por isso. São casos de pessoas que não vão a restaurantes, missas, casamentos por vergonha de tirar o boné”, ressalta Stuque.

No caso das mulheres, elas ainda relatam estigma de testa alta e dificuldade em fazer um simples penteado diferente.

E não para por aqui. As pessoas, no geral, têm dificuldade de se relacionar afetivamente por baixa autoestima ou procuram por tratamento devido a cicatrizes no couro cabeludo e queimaduras com perda total de cabelos.

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Transplante

Contudo, é importante procurar por locais de confiança para buscar a ajuda necessária. Com unidades em Goiás e no Distrito Federal, desde 2009 o Centro Goiano de Transplante Capilar (CGTC) oferece atendimento de qualidade nas especialidades de transplante capilar, couro cabeludo, transplante de barba, transplante de sobrancelha e tratamentos clínicos para evitar queda de cabelo.

Valdeci Ferreira, de 47 anos, considera-se uma nova mulher. Após passar pelo tão sonhado transplante de sobrancelha, a técnica em enfermagem percebeu que a autoestima aumentou e o desconforto, que era constante, sumiu.

“Só quem convive com essa falha dos fios na sobrancelha sabe quão constrangedor é”, afirma Valdeci, que, quando passou a frequentar o CGTC, teve a sensação de estar diante de familiares, pois ficou encantada com o atendimento, a receptividade e a atenção. “Comecei o processo em 2019, e, de lá pra cá, a sensação é de que o doutor Cleber Stuque mudou a minha vida, até porque o nosso rosto é como se fosse nosso cartão-postal.”

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Um dos diferenciais do CGTC é fazer um único transplante por dia. É isso mesmo! No exato dia do procedimento, o paciente será a prioridade exclusiva do espaço.

“Cada paciente é único. Logo, deve ser tratado de maneira personalizada, levando em consideração as características próprias e a história de vida dele. Garantindo segurança na cirurgia e naturalidade no resultado final.”

Cleber Stuque, CEO do Centro Goiano de Transplante Capilar

Afinal, a cirurgia é como qualquer outra, precisa de tempo para os exames pré-operatórios. “Infelizmente, tem muita gente operando sem solicitar isso, o que não pode ocorrer. Eu tive um paciente hígido, atleta, mas que descobriu problemas cardíacos a partir dos exames pré-operatórios”, afirma.

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Stuque reforça a importância de procurar por um profissional corretamente habilitado para a realização dos procedimentos. “É indispensável que o interessado busque por um profissional com anos de experiência, certificação, e que seja cirurgião plástico ou dermatologista membro da Associação Brasileira de Cirurgia e Restauração Capilar (ABCRC).”

Além disso, ele pede cuidado ao escolher clínicas que operam por atacado, com dois, três ou até quatro pacientes por dia, e às vezes ao mesmo tempo.

Outro ponto é a questão de não-médicos estarem fazendo o procedimento. “As consequências são catastróficas e de difícil correção”, avalia.

Transplante capilar no CTGC - Metrópoles
No CGTC, é feito um transplante capilar por dia, porque cada paciente tem atendimento exclusivo

Para a viabilidade do trabalho de qualidade, o espaço tem como premissa: 

  • Tecnologia de ponta: possuir os melhores materiais e a melhor equipe.
  • Dedicação exclusiva: agenda direcionada para o transplante capilar.
  • Inovação: sempre estar inserido em congressos de capacitação.

Saber mais sobre o procedimento é o primeiro passo

Quem é o doutor Cleber Stuque*?

*CRM-DF (21133), CRM-GO (13502) e RQE (6897)

Metrópoles: Por que decidiu focar na área de transplante capilar?

Stuque: Como a cirurgia plástica tem um grande número de procedimentos, decidi focar apenas no transplante capilar, pois penso que, para buscar excelência no que faz, é necessária dedicação exclusiva àquilo que se propõe a fazer. 

Metrópoles: Qual foi a experiência mais marcante da sua carreira?

Stuque: Quando realizei um transplante capilar em uma paciente que teve queimaduras no couro cabeludo com água quente na infância. E também em um paciente que, após a capotagem do carro, teve queimaduras no couro cabeludo.

Metrópoles: Há quanto tempo está atuando na área? E como consegue definir sua trajetória até aqui?

Stuque: Estou há 13 anos atuando. Considero minha trajetória como uma caminhada de muito esforço, dedicação e alegrias.

Metrópoles: Qual o seu maior diferencial?

Stuque: Primeiramente, gostar do que faço. Depois disso, acredito que seja tratar a todos com a maior exclusividade possível, sempre me colocando no lugar do paciente.

Metrópoles: Quem é o doutor Stuque hoje?

Stuque: O dr. Cleber Stuque hoje é um profissional que chegou aonde nunca imaginaria. Ao longo desses anos, já fui convidado para dar aulas em congresso. Por isso, sigo grato por tantos pacientes que me procuram e aceitam entregar a saúde nas minhas mãos. Sou grato primeiramente a Deus e à minha família. E quero seguir por, no mínimo, mais 15 anos ajudando a melhorar a autoestima dos pacientes.

Centro Goiano de Transplante Capilar 

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