Paulo Cappelli

Kakay rebate procurador e nega receber vazamento de operação policial

O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, negou ter tido acesso a informações privilegiadas sobre operação

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Advogado Kakay
1 de 1 Advogado Kakay - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, negou ter tido acesso a informações privilegiadas sobre uma operação de busca e apreensão autorizada pela 13ª Vara Federal de Curitiba e que mira abusos cometidos no curso da Lava Jato. Ele reagiu a uma postagem do procurador Hélio Telho.

“Um procurador lavajatista, amigo do Moro, disse que eu tive informação privilegiada, vazando a operação de busca da 13ª Vara Federal de Curitiba. Aliás, inúmeros clientes já me disseram ser ele um vazador profissional”, afirmou Kakay em nota enviada à coluna.

“Na verdade, não houve irregularidade alguma. Eu estou advogando para o Tony Garcia e converso com ele diariamente sobre esses fatos. Os jonalistas que acompanham a investigação faizam, já há algum tempo, especulações sobre essa busca e apreensão e no dia anterior me ligaram justamente falando isso. No dia da deflagração da medida, o advogado de Curitiba me ligou dizendo que a busca estava ocorrendo. A partir disso, eu fiz uma pequena nota, informando alguns jornalistas”.

O advogado acrescentou que não possui registros dessas conversas porque trocou de celular durante uma viagem à França.

Em postagem, Hélio Telho escreveu: “Kakai confessou publicamente que mandaram mensagem para ele fazando a operação na 13ª Vara Federal de Curitiba. Isso é quebra de segredo de Justiça, previsto como crime no Código Penal. Apurar esse crime não é difícil, basta querer investigar. Apreender o celular do Kakai e checar as mensagens que ele recebeu na véspera e no dia da operação”.

Sobre a operação

A operação mencionada é um desdobramento de apurações conduzidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba no âmbito de investigações relacionadas à Lava Jato, que miram fatos revelados pelo empresário e ex-doleiro Tony Garcia, colaborador da Justiça.

As diligências incluem medidas de busca e apreensão autorizadas judicialmente para coleta de provas e têm gerado repercussão política e jurídica por envolver personagens que atuaram nos bastidores da operação nos últimos anos.

 

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