Marcas, ideias e pessoas que impactam no mundo da comunicação

Marcas precisam entender as principais diferenças entre as gerações

Estudo inédito analisou as principais mudanças e impactos que a pandemia trouxe a cada grupo etário

atualizado 12/11/2021 15:34

kat wilcox/Pexels

Um estudo feito pela brandtech Adventures, responsável por liderar estratégias para marcas famosas, mostrou que houve um aumento de 127% no interesse das buscas pela Geração Z (pessoas nascidas entre os anos 1990 e 2010) na internet. Enquanto que 37% ficou concentrado na Y (nascidos entre 1980 e 1990) e 33% pela X (1960 a 1980). 

Segundo o levantamento feito pela startup, para aproximar os consumidores de uma marca foi constatado que é necessário entender as principais diferenças entre as gerações. As conversas envolvendo a X, por exemplo, não possuem foco apenas nela e são direcionadas às outras em diferentes aspectos. Apesar de enfrentarem um preconceito etário e ter um baixo consumo digital, é essa a geração que tem grande potencial de movimentar a economia conforme o estudo.

Em relação aos millennials, uma das principais mudanças que a pandemia trouxe foi o home office. Outra discussão acalorada foi o surgimento do termo cringe – pessoas que pagam boleto, dão risadas com emoji e assistem a jornais ou que fazem coisas consideradas vergonhosas.

Segundo Mariana Gomes, analista da área de BI & Insights da Adventures, o intuito foi apresentar um material que fosse capaz de ajudar as marcas a entenderem as tendências a partir das características das gerações. “O estudo mostra que, ao mesmo tempo, os zenials são mais conectados e também são a geração mais preocupada com questões sociais. Além disso, observamos uma semelhança entre geração Y e Z, chamou bastante atenção. Ambas estão muito preocupadas com a saúde mental, porque entendem que esse é um aspecto que precisamos ficar mais atentos como sociedade”, comenta.

Ainda durante o levantamento, foi possível perceber as diferenças entre as gerações Z e Y, evidenciadas dentro do contexto da pandemia como a questão financeira desses jovens que passaram por índices recordes de desemprego e inflação. Apesar dessa situação complexa, ambas acreditam que as empresas e governos têm mostrado respostas positivas no atual cenário e acreditam no surgimento de novas oportunidades. 

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