Por que, após 5 anos, Joelma e Ximbinha ainda brigam por partilha de bens?

Os dois têm uma fortuna avaliada em R$ 70 milhões. Separados em 2015, até hoje não resolveram essa questão

Joelma e Ximbinha viveram 18 anos casados. A separação veio em 2015, mesmo ano em que assinaram os papéis do divórcio na 10ª Vara da Família, que fica no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, região central do Recife. Cinco anos depois, o ciclo ainda não foi encerrado e os bens do ex-casal, avaliados em R$ 70 milhões, não foram divididos em sua totalidade.

Joelma e Ximbinha são donos de uma série de investimentos no Pará, em Pernambuco e em São Paulo, entre imóveis, a sede do escritório artístico e bens como carros e ônibus. Além disso, a cantora chegou a um acordo com o ex para retirar o locatário e viver na mansão onde mora atualmente, em Alphaville, em São Paulo, já que o local pertence aos dois. Antes, Joelma alugou uma casa em Goiânia.

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Joelma e Ximbinha
Eles passaram 18 anos juntos
O relacionamento acabou sob acusações de traição e agressão
Não se sabe ainda o motivo da mudança
Ela tem 47 anos
Ela é conhecida pelas madeixas loiras
A cantora está em uma mansão em Alphaville
Antes, precisou alugar uma casa em Goiânia

A coluna questionou a assessoria da cantora para saber quando a situação se resolveria e recebeu como resposta que a divisão de bens tinha previsão para chegar ao fim entre fevereiro e março deste ano. Mas, com início da pandemia, tudo ficou mas lento, impossibilitando a resolução do caso. Agora, o processo voltou a caminhar novamente e espera-se que tudo seja concluído até novembro.

Sucesso e lucro

Na banda Calypso, Joelma e Ximbinha experimentaram um sucesso cheio de lucro. Para se ter uma ideia, ainda em 2015, o ex-casal fez um show em Salvador com mais 100 mil pessoas (público pagante), garantindo uma renda total de R$ 1,6 milhão só com a venda de ingressos.

Atualmente, a artista segue fazendo sucesso, mas Ximbinha não conseguiu emplacar seu outro projeto, a X-Calypso. Após a separação, houve uma briga na Justiça pelo uso da palavra Calypso. Ao fim, nenhum dos dois foi autorizado a continuar usando o nome.