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General descarta machismo e diz que Tebet mereceu ataque de CGU na CPI

Militar da reserva não viu machismo quando ministro Wagner Rosário chamou senadora de "descontrolada": "Quem fala o que quer..."

atualizado 22/09/2021 20:31

Leopoldo Silva/Agência Senado

Mesmo após o ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, ter reconhecido o excesso e ter pedido desculpas por chamar a senadora Simone Tebet (MDB-MS) de “descontrolada” durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, o general Paulo Chagas usou as redes sociais para indicar que a congressista teria merecido o ataque.

Pelo Twitter, o militar da reserva, conhecido pelos posicionamentos polêmicos, afirmou que a parlamentar não pode usar a “fragilidade do sexo como escudo para ousadias”.

“Prezada e admirável senadora Simone Tebet, líder feminina do Congresso Nacional, a senhora e as suas lideradas deveriam saber que quem diz o que quer, na forma e no conteúdo, ouve, da mesma maneira, o que não quer! Pense nisso antes de usar a fragilidade do sexo como escudo para as suas ousadias!”, escreveu.

Numa publicação seguinte, o general também sublinhou que o caso não poderia ser enquadrado como “machismo”, conforme muitos congressistas interpretaram.

“Sentir-se ofendido por desequilíbrios emocionais não é privilégio relacionado ao sexo, seja ele frágil ou forte!”, frisou.

Veja a publicação:

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