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Após denunciar Covaxin, Luis Miranda diz sofrer perseguição: “Estou sangrando”

Deputado federal apresentou para CPI possíveis irregularidades na compra da vacina que teve contrato suspenso pelo Ministério da Saúde

atualizado 17/09/2021 17:29

Deputado Luis Miranda, do DEM do Distrito Federal, durante coletiva após depor na sede da Polícia Federal, em Brasília 2Gustavo Moreno/Especial Metrópoles

O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) afirmou, nesta sexta-feira (17/9), que se sente “perseguido” desde que tornou pública para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 a denúncia sobre possíveis irregularidades no processo de aquisição da Covaxin pelo Ministério da Saúde.

O parlamentar foi alvo de uma representação por quebra de decoro que segue no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados e ainda está em fase de análise pelo relator do caso, deputado federal Gilberto Abramo (Republicanos-MG).

“O que eu esperava, era que a denúncia fosse arquivada, pois todas as informações prestadas na denúncia são falsas e ainda por cima, tudo que denunciamos, hoje está provado que salvamos o Brasil de um golpe bilionário”, disse o parlamentar.

Miranda também afirmou que sente “estar sangrando” durante a análise processual e diz temer uma possível articulação governista para tentar retirar dele o mandato.

“E sangrando por ter feito o que todos os eleitores sempre cobraram dos seus parlamentares, que é combater a corrupção”, completou.

A autoria da representação contra o parlamentar é do presidente nacional licenciado do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson. Ele cumpre medida privativa de liberdade por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

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