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Entidades patronais sondam Alckmin sobre Lula e reforma trabalhista

Geraldo Alckmin foi procurado por entidades patronais, que temem revogação da reforma trabalhista defendida em um eventual governo Lula

atualizado 10/01/2022 17:50

Na imagem colorida, um homem está posicionado no centro. Ele usa blazer escuro, camiseta branca, óculos e está com a palma da mão para cimaIgo Estrela/Metrópoles

O ex-governador paulista Geraldo Alckmin foi procurado recentemente por entidades patronais de diversos setores. Elas questionaram o ex-tucano, cotado para ser candidato a vice de Lula, sobre a possibilidade de o petista revogar a reforma trabalhista, caso o ex-presidente vença as eleições deste ano.

Como mostrou a coluna, Alckmin está preocupado com as declarações de Lula sobre o tema. A preocupação foi relatada pelo ex-governador em encontro com o presidente nacional do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força (SP), na manhã desta segunda-feira (10/1), em São Paulo.

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À coluna, Paulinho disse que Alckmin concordou com a ideia defendida pelo Solidariedade e pelas centrais sindicais de que a reforma trabalhista precisa de ajustes pontuais. O ex-governador ressaltou ao deputado, porém, ser contra um descarte total das atuais regras, aprovadas durante o governo Michel Temer (MDB).

No encontro nesta segunda, ficou inclusive acertado entre Paulinho e o ex-governador de São Paulo o compartilhamento de informações sobre a revogação da reforma trabalhista na Espanha, considerada como modelo por Lula e por parte de lideranças petistas.

Nos últimos dias, o ex-presidente da República e a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), têm defendido uma revogação ampla da reforma trabalhista. Outro ponto na mira dos petistas caso vençam a disputa pelo Palácio do Planto é revogar de vez o teto de gastos.

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