Guilherme Amado

Médico do Exército que dormiu enquanto paciente morria vira réu

Médico será julgado por homicídio e abandono de pessoa; enquanto militar dormia no Hospital do Exército, paciente teve parada cardíaca

atualizado

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Hospital Central do Exército
1 de 1 Hospital Central do Exército - Foto: Divulgação

A Justiça Militar tornou réu um médico militar que dormiu durante o plantão em que uma paciente morreu no Hospital Central do Exército, no Rio de Janeiro. O médico responderá pelos crimes de homicídio e abandono de pessoa, cujas penas chegam a 23 anos de prisão.

O caso aconteceu em 13 de dezembro de 2020 no Centro de Terapia Intensiva do hospital. Na época, o profissional era segundo-tenente médico do Exército e estava escalado para o plantão daquela noite.

Segundo a denúncia do Ministério Público Militar (MPM), ele tomou uma substância não identificada e dormiu. Ele não avisou aos superiores nem tinha prescrição médica para usar a substância.

Enquanto ele dormia em “sono profundo”, segundo o MPM, uma paciente morreu e outra teve uma piora no quadro de saúde. Colegas do hospital não conseguiram acordar o médico, mesmo depois de avisarem sobre uma parada cardíaca da paciente.

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