Com Bruna Lima, Edoardo Ghirotto, Eduardo Barretto e Naomi Matsui

Ex-ministro da Educação quer testemunho de secretário do Planalto contra FGV

Decotelli pediu à Justiça depoimento de almirante Flávio Rocha

atualizado 20/07/2021 22:46

Divulgação/Fiesp

Carlos Alberto Decotelli, que há um ano foi ministro da Educação do governo Bolsonaro por cinco dias, pediu à Justiça que o almirante Flávio Rocha, secretário de Assuntos Estratégicos do Planalto, deponha como testemunha em seu processo contra a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O economista cobra R$ 3,1 milhões de danos morais e materiais da FGV, que negou que o ex-ministro tenha sido professor na instituição. O processo corre na Justiça do Rio de Janeiro desde agosto de 2020. No mês anterior, Decotelli ficou cinco dias nomeado como ministro da Educação e pediu demissão antes de tomar posse, acusado de manter informações falsas no currículo.

Na semana passada, a defesa do ex-ministro afirmou que o secretário da Presidência tem “detalhado conhecimento” da indicação de Decotelli para o ministério e “o motivo determinante e direto” de sua demissão. Flávio Rocha é militar da ativa, assim como o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, que desde junho é seu subordinado no Planalto.

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