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“Não é paridade, mas é um bom reajuste”, diz Wellington Luiz sobre PCDF
O presidente da CLDF e policial civil aposentado, Wellington Luiz (MDB), falou sobre a expectativa para aprovação da proposta no Congresso
atualizado
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O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), deputado distrital Wellington Luiz (MDB), disse que a proposta de recomposição salarial aceita pelos policiais civis “não é paridade, mas é um bom reajuste”.
“Há uma frustração da categoria por não obter a paridade com a Polícia Federal, mas também há sensação de vitória, porque avançamos mais um degrau importante para chegar à paridade. Se Deus quiser, na próxima negociação, conseguiremos”, declarou Wellington Luiz, que é policial civil aposentado e participou das negociações.
O presidente da CLDF disse que a diferença entre os salários da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e da PF “já foi absurda”. Com o reajuste, que deve ser pago em duas parcelas, a disparidade será de aproximadamente 7%, segundo Wellington Luiz.
Veja como ficarão os salários após o reajuste.
“No governo Ibaneis, a Celina (que estava em exercício) nos deu aumento de 24% e deu uma boa aproximada da remuneração da PF. E agora, com o aumento na casa dos 26%, totalizará pouco mais de 50% de reajuste nos últimos anos”, afirmou.
“Então, sem dúvida nenhuma, é um ganho expressivo, que nos aproxima dos vencimentos da PF para recuperar a paridade histórica e nos dá conforto para brigar da próxima vez, porque o percentual de disparidade já é bem menor”, completou Wellington Luiz.
Nessa terça-feira (7/10), representantes da PCDF, do governo federal e dos sindicatos dos servidores assinaram o termo de negociação. A categoria aceitou a proposta de reajuste salarial de até 27,27%, na semana passada.
No entanto, o aumento ainda depende de aprovação do Congresso Nacional. Segundo Wellington Luiz, interlocutores do Governo do Distrito Federal (GDF) negociam com o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), a inclusão do tema na pauta da semana que vem.
Conforme o GDF anunciou anteriormente, os recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) são suficientes para custear a recomposição dos policiais, sem necessidade de aporte pela União.




