O Grêmio “respira por aparelhos”, mas o pesadelo continua

Quando ganhou a Libertadores, em 2017, a torcida gritava “Soy Loco Por Tri”. Agora, por ironia, está ameaçado de cair pela terceira vez

atualizado 02/12/2021 22:42

Grêmio joga contra o São Paulo por permanência na série ALUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

Pouco mais de quatro anos atrás, no dia 29 de novembro de 2017, uma quarta-feira, no Estádio La Fortaleza, na Argentina, o Grêmio derrotou o Lanús por 2 x 1 e conquistou o seu terceiro título da Copa Libertadores da América.

O time, que era dirigido por Renato Gaúcho, jogou com Marcelo Grohe; Edílson, Pedro Geromel, Bressan (Rafael Thyere) e Bruno Cortez; Jailson, Arthur (Michel), Ramiro, Luan e Fernandinho; Lucas Barrios (Cícero).

“Soy Loco por Tri America”, cantavam os seus torcedores, imaginando que a gloria seria eterna. O gremista fez da América a sua música preferida e entoau esse grito até perder a voz.

Nesta quinta-feira (2/12), o Grêmio ganhou do São Paulo por 3 x 0 e não tem mais ninguém cantando. Tem muita gente rezando, de calculadora na mão, porque, faltando dois jogos para terminar o Campeonato Brasileiro, o time precisa vencer o Corinthians e o Atlético-MG para não ser rebaixado para a Série B.

O time, dirigido por Vagner Mancini, jogou com Gabriel Chapecó, Rafinha, Pedro Geromel, Kannemann, Diogo Barbosa, Thiago Santos (Mateus Sarará), Lucas Silva, Campaz (Villasanti), Douglas Costa (Jhonata Robert), Diego Souza (Borja) e  Ferreira (Darlan).

Chegar à Série B pela terceira vez (as outras foram em 1991 e 2004) não tira o brilho das três conquistas da América. Mas põe em risco as finanças e até mesmo o futuro de um clube grande como o Grêmio.

 

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