
Fábia OliveiraColunas

Suzy Cortez expõe preconceito e discriminação: “Intolerância”
A musa fitness tem sofrido ataques em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, até por conta de suas roupas
atualizado
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Nesta quinta-feira (22/6), Suzy Cortez resolveu expor o que vem acontecendo com ela em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Ela tem sido vítima de uma série de ataques preconceituosos que tem a deixado bem abalada. A modelo está super dedicada a sua nova fase profissional e aos treinos, para conseguir chegar em seu objetivo final como musa fitness, porém, ela vem enfrentando diversas dificuldades nas academias da cidade.
Segundo a modelo, ela está sendo recusada por diversas academias, devido à sua beleza. “Essa atitude discriminatória não me priva apenas do meu direito de cuidar da saúde e do bem-estar, mas também serve como um alerta sobre exclusão e intolerância. As justificativas que recebi foi que eu não poderia treinar por ser muito bonita”, desabafou.
A modelo também revelou que a proibição de treinar tem prejudicado muito na criação de seus conteúdos e que, diante disso, sua audiência não consegue acompanhá-la. “Estou em um novo projeto ao lado de um dos treinadores mais renomados, Ricardo Pannain, mas infelizmente estou sendo vetada de conseguir treinar e trabalhar nas minhas redes sociais”, contou.
Além disso, Suzy também alega estar sofrendo preconceito e hostilizada pela população de Petrópolis, por conta de suas roupas. “O preconceito tem vindo desde a academia, até serviços básicos, como táxi. Tenho sido constrangida em diversos setores desta cidade. É inaceitável que uma pessoa seja tratada com desrespeito e receba palavras ofensivas apenas por exercer seu direito de se vestir como deseja. O comportamento agressivo e misógino dirigido a mim, apenas demonstra uma clara falta de educação e respeito pelos outros, além de reforçar estereótipos prejudiciais de gênero”, lamentou.
Suzy Cortez faz um alerta a população e desabafa: “É de responsabilidade de todos nós criar e educar uma sociedade mais justa e inclusiva, onde todas as pessoas sejam tratadas com dignidade, independentemente de qualquer coisa. Apesar de estar super triste com toda essa situação, não vou permanecer quieta, a hora de agir é agora”.













