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Fullmetal Alchemist é mais uma tentativa da Netflix de “dar vida” aos animes. Depois da versão live action de Death Note, o serviço de streaming se uniu a Warner Bros. para trazer essa nova adaptação. Em mais de duas horas, o filme condensa uma mitologia contada em cinco temporadas no desenho.

Recentemente, a colega Clara Campoli identificou o maior problema das recentes adaptações. “A essência do anime não cabe em um filme, talvez uma série em live action fosse mais eficaz nessa empreitada”, disse com extrema precisão.

Divulgação

 

Fullmetal Alchemist trata da história dos irmãos Ed e Al. Quando crianças, os jovens ficaram órfãos e, na tentativa de ressuscitar a mãe usando a alquimia, o primeiro perdeu a perna, e o segundo, o corpo todo.

Ed, então, troca o braço pela alma do irmão. Al passa a viver aprisionado em uma armadura, sem sentir dor, sono ou fome. Os dois partem em busca da Pedra Filosofal, capaz de recuperar o corpo do irmão mais novo.

Ed vira o Alquimista de Aço, membro do exército, explorador e pesquisador dos efeitos dessa misteriosa e poderosa ciência.

A parte que falta
Aqui não é uma brincadeira com o último vídeo da Jout Jout. Mas, toda a incrível mitologia de Fullmetal, com todo o histórico e a importância dos alquimistas, é tratada de modo apressado na produção.

Ao final do longa, fica aquela sensação de que algumas coisas precisavam ter sido melhor trabalhadas, mais explicadas.

Fullmetal Alchemist deixa a desejar como filme e adaptação. Vale muito mais ver o anime.

Avaliação: Regular



 


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