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Nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, o SindSaúde-DF promove o 2° seminário Eleições 2018 e o Movimento Sindical, no Hotel San Marco. O evento, que terá início às 19h desta sexta-feira (31/8), dará continuidade à conferência realizada em fevereiro, que culminou em um compilado de deliberações, demandas e necessidades dos servidores e do serviço de saúde pública.

O objetivo é o resgate do sistema de saúde, o fortalecimento do SUS e a valorização dos servidores, com a exigência do cumprimento das leis e o respeito às conquistas dos servidores.

Para a segunda rodada de debates, foram convidados candidatos ao Palácio do Buriti, com exceção de Rollemberg, pois é consenso entre a categoria que ele NÃO é opção de voto. Não é possível reconstruir e resgatar a saúde mantendo no poder o artífice do caos. O principal lema é “FORA ROLLEMBERG!”

PETER NEYLON

O sindicato, como entidade de classe e integrante dos movimentos sociais, tem o dever de fomentar as discussões em torno dos temas relevantes à categoria e à sociedade.

Servidores são, antes de tudo, cidadãos que sentem os reflexos de uma má administração como qualquer outro. Também usam transporte público, têm filhos matriculados nas escolas públicas, sofrem com a insegurança e são usuários do sistema público de saúde.

Nesse contexto, os servidores assumem o protagonismo como agentes de mudança e participam de forma ativa do processo eleitoral.

Só na pasta da saúde, são mais de 36 mil servidores. Somando os núcleos familiares, o número de votos chega próximo aos 150 mil. E se agregar nessa conta os amigos, pode passar de 300 mil eleitores. Para o SindSaúde, o servidor tem capacidade inequívoca de colocar um candidato no 2° turno e definir as eleições.

E num processo eleitoral, nada mais importante para a tomada de decisão do que oportunizar aos mesmos e aos servidores um ambiente propício à discussão das ideias propostas.

Perseguição
Os servidores públicos estão sofrendo muito na atual gestão. Além do descumprimento das leis e sequestro dos direitos e conquistas, foram vítimas de perseguição e assédio. Tudo isso sem qualquer oportunidade de diálogo.

Por isso, conforme entendimento do SindSaúde, o candidato que não se fizer presente, dispondo de 40 minutos de sua agenda para ouvir o servidor agora, não pode ser visto como opção de voto, pois, esse desprezo se perpetuará durante os próximos quatro anos.

É certo que os candidatos presentes contribuirão sobremaneira para a construção e decisão de voto da categoria, atenta às propostas, aos debates, às falas nos blogs, rádios e etc. Tudo será levado em conta na hora do nosso posicionamento.

Não importa se o servidor é sindicalizado ou não, todos estão convidados para esse momento de conscientização e deliberação coletiva.

Todos os candidatos e participantes serão muito bem acolhidos no seminário. Menos Rollemberg! Não se trata de revanchismo, mas, sim, de coerência e firmeza no posicionamento. O SindSaúde quer o Distrito Federal de cara nova e gerido por pessoas comprometidas e competentes!



 


Rodrigo RollembergSindSaúdeEleições DF