Letícia Lima fala sobre estar solteira: “É ótimo estar sozinha”

A atriz falou sobre repercussão da personagem Estela, na novela Amor de Mãe, e sobre relacionamentos

atualizado 13/07/2020 16:49

Letícia Lima Reprodução/Instagram

A atriz Letícia Lima, de 36 anos, falou sobre a repercussão da personagem Estela, na novela Amor de Mãe. Em entrevista à Quem, ela falou sobre vários comentários machistas que ouviu e abriu o jogo sobre relacionamentos e sobre estar solteira.

A artista disse que o que mais a espanta é o estranhamento que as pessoas têm com o estilo de Estela, uma personagem desprendida e que, em várias cenas da novela, que ainda está paralisada por conta da pandemia de coronavírus, surge com lingeries ousadas.

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“Há tantas coisas acontecendo na cena que desenham a história. E muito mais cenas em que Estela não está de lingerie”, ponderou.

Bem resolvida, a carioca diz que não se incomoda em falar sobre sexualidade. Casada duas vezes, hoje está solteira – recentemente ela terminou um namoro com o ator Daniel Rocha –, mas guarda boas lembranças de seus relacionamentos.

“Eu não tenho nenhum problema em falar sobre isso. Tive esses dois relacionamentos, que deram certo, foram felizes”, comentou ela sobre o casamento de oito anos com o diretor Ian SBF, um dos criadores da produtora Porta dos Fundos, e do relacionamento de cinco anos com a cantora Ana Carolina.

Solteira e feliz

Na entrevista, Letícia Lima disse que se declara solteira convicta e feliz por estar assim. “É importante desconstruir essa ideia de que a mulher só vai ser feliz estando em um relacionamento. Claro que é ótimo estar acompanhada. Mas também é ótimo estar sozinha, ter mais tempo para se descobrir, para se ver, para se acolher.”

No papel de Estela, ela disse que a personagem a faz olhar para as pessoas com mais empatia. “Estela é uma mulher tão diferente de mim. Costumo brincar que eu aconselharia ela a fazer terapia. Acho que falta a ela amor próprio. Para acessar a personagem, precisava não pensar como eu, mas entender como ela estava se sentindo sem julgamentos. Isso me fez ter um olhar mais de empatia”, refletiu.

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