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A devassa para apurar possíveis irregularidades nos contratos das cinco empresas de transporte público que operam no Distrito Federal terminará em março, mais de cinco meses após o prazo previsto inicialmente. Isso porque o GDF prorrogou, pela segunda vez, o limite para conclusão da análise feita pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nos acordos da Secretaria de Mobilidade (Semob-DF) com as vencedoras da licitação ocorrida em 2011.

O limite inicial para entrega acabou no último 2 de outubro e foi estendido por três meses, por meio de termo aditivo, porque a FGV, contratada sem licitação em janeiro deste ano, ao preço de R$ 4,8 milhões, não havia finalizado a auditoria a tempo.

Ao Metrópoles, Semob afirmou apenas que a entrega do relatório está prevista para março porque a FGV, novamente, não cumpriu prazo. A pasta acrescentou que a ampliação do limite não foi publicada no Diário Oficial do DF porque foi “assinada recentemente”.

A análise mira contratos e atuação de cinco empresas: Piracicabana, Pioneira, Marechal, Expresso São José e Urbi. Todos os acordos têm duração de 10 anos. O objetivo do pente-fino é verificar, entre outros aspectos, o sistema de bilhetagem automática e o número de passageiros.



fgvGDFpente-fino
 


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