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A rede pública de saúde do Distrito Federal pode ficar sem fornecimento de oxigênio. Em notificação extrajudicial, a empresa Air Liquid – responsável pelo abastecimento do gás em hospitais e atendimentos domiciliares – cobra do governo local mais de R$ 2 milhões em serviços prestados e que não teriam sido pagos.

A empresa exige que a pasta apresente, até o próximo dia 16, um cronograma de pagamento para evitar o corte no abastecimento.

Sediada em São Paulo, a Air Liquid afirma que há dívidas com mais de três meses de atraso. Para evitar a suspensão do fornecimento, a Secretaria de Saúde deverá desembolsar o valor de pelo menos duas parcelas: uma referente ao abastecimento das unidades da rede pública, equivalente a R$ 945.512,66, e outra de R$ 1.179.296,50, pelos serviços prestados a pacientes atendidos no domicílio, alerta a empresa.

No documento, a Air Liquid destaca que, além do corte do serviço, a prestadora ainda recolherá todos os equipamentos utilizados no abastecimento.

Em nota, a Secretaria de Saúde informa que os pagamentos para a empresa Air Liquid estão ocorrendo dentro do cronograma previsto: “Os pagamentos só podem ser realizados após as notas fiscais dos serviços prestados serem atestadas. Conforme as notas vão sendo atestadas, os recursos são liberados.”

 



 


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