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Isolado pela esquerda desde que votou pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o senador Cristovam Buarque (PPS) será candidato à reeleição com o apoio da chamada direita no Distrito Federal. Tanto ele quanto o deputado federal Rogério Rosso (PSD) serão os nomes ao Senado da chapa composta atualmente pelo PTB, PSDB, PSC, PRB, PMB, PPL e PSDC, além das siglas as quais os dois políticos estão filiados. A decisão foi tomada nesta terça-feira (10/4) durante reunião dos representantes partidários.

Apesar de ter sacramentado os nomes majoritários ao Legislativo, o grupo ainda não definiu, contudo, quem encabeçará a corrida ao Palácio do Buriti – até agora, são pelo menos três pretendentes. Pelas articulações internas, o ex-deputado distrital Alírio Neto (PTB) é um dos que almeja disputar a corrida ao governo local. Além dele, Izalci Lucas (PSDB) e Gondim Carneiro (PMB) também trabalham pela indicação do grupo.

A ideia é esperar resultados de pesquisas eleitorais para avaliar viabilidades e, principalmente, rejeições – fator que impede o crescimento do candidato nas pesquisas ao decorrer da campanha. Caso se concretize até agosto, a aliança garantirá 30% do tempo reservado ao horário eleitoral, mesmo sem a participação do PDT na coligação.

Presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT) estava alinhado com Cristovam, mas desistiu da campanha ao Buriti quando decidiu levar o apoio ao grupo liderado pelo ex-secretário de Saúde, Jofran Frejat (PR). Valle quer ser referendado como candidato ao Senado Federal na chapa adversária, apesar de resistências internas de correligionários. Além do PR e PDT, podem estar na possível aliança com Frejat o MDB, o PP, o Avante e também o DEM.



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