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O Sindicato dos Professores do Distrito Federal abriu o mês de setembro com uma nova campanha publicitária. Nas peças, divulgadas por rádio, TV e redes sociais, e estrategicamente espalhadas pelas principais regiões administrativas do DF, a entidade pressiona os deputados distritais a não aprovarem o Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 122/2017. De autoria do Poder Executivo, o texto pode ser votado nesta terça-feira (5/9) pela Câmara Legislativa. Ele modifica o regime previdenciário do funcionalismo público distrital.

Para o GDF, a medida é urgente para sanar as contas públicas. Mas, segundo o Sinpro, “no fundo, o PLC permite sacar o dinheiro do Iprev dos educadores para ‘liberar caixa’ do GDF”. No texto de divulgação da campanha, o sindicato aponta que o governador não pediu autorização dos distritais para atrasar pagamentos pactuados com a categoria, como as pecúnias devidas aos aposentados, mas agora o socialista precisa do voto de cada distrital para mexer na Previdência dos servidores.

Assim, as peças publicitárias dialogam diretamente com cada deputado (veja abaixo o que já foi veiculado pela categoria), aumentando a pressão pela não aprovação do PLC. A entidade também distribuiu aos educadores ativos e inativos os telefones dos parlamentares para que a categoria ligue e mande mensagens pedindo o voto contrário à proposta do Buriti.

De acordo com a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa, foram produzidas “mensagens” para cada um dos 24 distritais. “Nem todas estão no ar, pois estamos divulgando aos poucos, desde o dia 1º”, comentou. “Conseguimos chamar atenção dos deputados e, agora, nossa expectativa é de que eles adiem a votação prevista para esta terça (5) ou, se de fato entrar na pauta, rejeitem a proposta”, acrescentou.

Na dúvida, o Sinpro convocou para a tarde desta terça um ato com paralisação das aulas em toda a rede pública de ensino. Ônibus sairão, a partir das 12h, de nada menos do que 12 regiões administrativas para levar os educadores à sede do Legislativo: eles prometem fazer barulho nas galerias contra o PLC.



Rodrigo RollembergservidoresburitiprofessoresSinpro-dfCLDF
 


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