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Conhecido por destilar algumas verdades nem sempre convenientes, o estilista Karl Lagerfeld, de 84 anos, parece ter arrumado confusão mais uma vez. Em entrevista à revista Numéro, o designer que comanda Chanel, Fendi e sua grife homônima abriu o coração e soltou o verbo sobre a indústria e seus desafetos.

Quando perguntado pela publicação como classificaria os designers Simon Porte Jacquemus, Virgil Abloh e Jonathan Anderson em “ordem decrescente de talento”, Lagerfeld se recusou a mencionar Abloh em sua resposta.

“Gosto de Marine Serre, ela tem 1,50m, mas uma vontade de aço. Jacquemus me faz rir e é bastante bonito também. Por fim, JW Anderson, apesar de achar a sua abordagem, ocasionalmente, superintelectualizada”, explicou o estilista.

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Ao ser solicitado a escolher, entre aqueles três estilistas, com qual ficaria em uma ilha deserta, Lagerfeld foi categórico: “Eu me mataria primeiro”.

A entrevista rendeu ainda outras declarações controversas sobre personagens emblemáticos da moda. O designer disse, por exemplo, que não criticaria Azzedine Alaia, pois, no final de sua vida, ele só criava “roupas de bailarinas para vítimas da moda na menopausa”.

E sobre Pierre Bergé, empresário e ex-marido de Yves Saint Laurent, Karl revelou que sua florista, sabendo do desafeto, teria perguntado: “Quer que mandemos um cacto?”.

No entanto, quando o assunto passou para assédio sexual na indústria da moda, ele também não deixou de lado sua personalidade polêmica e disparou: “Se você não quer a calcinha puxada, não se torne uma modelo. Junte-se à União das Ursulinas, sempre haverá um lugar para você no convento. Eles recrutam até!”.

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