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Resultado da delação do ex-executivo da Odebrecht Paul Elie Altit, a petição criminal que aponta supostas irregularidades na parceria entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e a construtora para a implantação do projeto habitacional Jardins Mangueiral voltou a tramitar.

O caso estava parado por causa de uma discussão de competência. A petição foi distribuída à 12ª Seção Judiciária do Distrito Federal em razão do desmembramento determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin. No entanto, como havia procedimentos relacionados à investigação em análise na 10ª Seção, os autos foram submetidos à avaliação de competência de juízo.

O embate foi analisado pela Câmara de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal (MPF), que deliberou não caber à Câmara decidir sobre competência de juízo. Assim, devolveu os autos ao Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF). Em âmbito local, a investigação será distribuída a um novo procurador. Também foi descartada a possibilidade de arquivamento do processo.

Assim, as declarações bombásticas do ex-executivo da Odebrecht, dadas em abril de 2017, voltam a ser objeto de apuração. São alvos da investigação o ex-governador José Roberto Arruda (PR) e Geraldo Magela (PT), ex-secretário de Habitação na gestão Agnelo Queiroz (PT). De acordo com a delação, Arruda pediu R$ 8 milhões às empreiteiras. Já Magela teria exigido receber R$ 1,4 milhão da empresa.

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