Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Grande Angular

Moradora do Guará de 67 anos é a 28ª vítima do coronavírus no DF

Paciente estava no Hospital de Base. Segundo a Secretaria de Saúde, número de infectados na capital do país chegou a 1.317

27/04/2020 18:38, atualizado 27/04/2020 18:53
JP Rodrigues/ Metrópoles
Emergência do Hospital de Base

O Distrito Federal registrou a 28ª morte em decorrência do novo coronavírus. A informação consta em balanço divulgado pela Secretaria de Saúde na tarde desta segunda-feira (27/04).

A vítima é uma mulher de 67 anos, moradora do Guará, que foi internada no Hospital de Base no sábado (25/04). Ela tinha comorbidades (diabetes, hipertensão arterial sistêmica e neoplasia) e morreu no domingo. O óbito, no entanto, só foi divulgado nesta segunda.

Segundo a pasta, o número de pessoas contaminadas subiu de 1.275, segundo levantamento feito às 13h, para 1.317. Desses casos, 1.189 foram confirmados por meio de exames PCR e 128 através de testes rápidos.

Ainda de acordo com o documento atualizado às 17h15, há 73 pessoas internadas, sendo que 34 estão em unidades de terapia intensiva (UTIs).

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Grande Angular

Segundo os índices, 705 pessoas conseguiram se recuperar da doença.

Confira:

Outra morte no fim de semana

27ª vítima do coronavírus no Distrito Federal morava em Águas Claras. Conforme mostrou a coluna Grande Angular, nesse domingo (26/04), a servidora pública aposentada Celina Xavier Gontijo, 63 anos, morreu após complicações em decorrência da doença.

Em entrevista ao Metrópoles, Rebecca Gontijo, 33, filha da vítima, contestou a informação de que a mãe tivesse comorbidades. Ela afirmou que Celina se cuidava, respeitava o isolamento e “amava viver“.

A aposentada foi internada no Hospital das Forças Armadas (HFA) em 31 de março. No dia 1 de abril, ela precisou ser entubada e transferida para a unidade de terapia intensiva (UTI). Morreu no sábado (25/04).

A falta de cuidados para evitar a proliferação do coronavírus em Águas Claras é observada por Rebecca. “Moro lá e as pessoas andam como se nada estivesse acontecendo. O comércio está lotado e ninguém está de máscara”, enfatizou. Celina deixou três filhos e o marido.