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O retorno da deputada distrital Liliane Roriz (PTB) ao cenário político pode ocorrer nos próximos dias. Ela está de licença não remunerada por prazo indeterminado e já adiou sua volta à Casa por três vezes. Mas tem dito a assessores que se prepara para retornar à Câmara, onde terá de enfrentar processos por quebra de decoro parlamentar.

Se Liliane anda sem jeito de encarar as vítimas de seus grampos, mais inseguros estão os deputados atingidos pelos microfones da parlamentar. Enquanto calculam os prejuízos, eles tentam prever se a petebista ainda tem algum poder bélico. A avaliação geral é de que a distrital virou um trem desgovernado. Não se sabe para onde vai, nem o seu potencial de destruição.

Liliane entregou colegas, expôs ex-aliados e admitiu corrupção da própria família, incluindo o pai, a irmã Jaqueline e comprometendo a filha, que também foi beneficiária dos apartamentos recebidos em troca de favorecimento junto ao BRB. Nas gravações indiscretas com o ex-senador Luiz Estevão, que financiou parte de sua campanha e presidia o partido pelo qual ela foi eleita, a distrital mostra desenvoltura para atuação. Ao final do encontro, os dois se despedem com um longo abraço e Liliane diz: “Ai, Luiz… Cê não vai se separar de mim, não!”  Luiz Estevão retribui: “Nem quero, nem quero!” E a deputada finaliza: “Vai não, vai não!”

Agora, diante da perspectiva de retorno de Liliane para a Câmara, os distritais querem distância regulamentar dos abraços apertados da deputada.

 

 



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