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Responsável pelas novas medidas de personalidades como o apresentador Faustão, o deputado federal e ex-jogador Romário (foto em destaque) e o ex-senador Demóstenes Torres, o cirurgião goiano Áureo Ludovico de Paula foi inocentado da acusação de utilizar uma técnica experimental nos pacientes.

A decisão unânime do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) colocou um ponto final na polêmica envolvendo a técnica cirúrgico. A Corte manteve a sentença da primeira instância e reconheceu como legal o procedimento para a perda de peso e redução de alguns tipos de diabetes.

Em janeiro de 2010, o Ministério Público Federal (MPF-GO), com o Conselho Federal de Medicina (CFM), protocolou ação civil pública em desfavor do cirurgião, afirmando que o procedimento era experimental e não poderia ser aplicado aos pacientes. Além de absolver o médico, o TRF-1 recomendou que o CFM regulamente a cirurgia.

O procedimento cirúrgico em questão é chamado de gastrectomia vertical associada à interposição ileal. Além da redução do estômago, o médico movimenta uma estrutura chamada íleo, responsável pelo hormônio que estimula a produção da insulina pelo pâncreas.

Para o advogado do cirurgião, Marcelo Turbay, a decisão é um marco importante na luta contra o diabetes tipo II, que aflige cerca de 15 milhões de brasileiros. “Mais uma vez, a Justiça declarou que a técnica cirúrgica aplicada pelo doutor Áureo Ludovico de Paula não é experimental, consistindo em procedimento reconhecido e aceito no mundo inteiro como método eficaz e de sucesso para a obesidade mórbida e o tratamento do diabetes tipo II”.

YouTube/Reprodução

Áureo Ludovico de Paula foi inocentado pelo TRF-1



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