Mercedes-Benz GLC: tapa no visual, motor diesel e R$ 294,9 mil

São três versões: Off-Road, Enduro e Cupê. Sabe aqueles assistentes virtuais? Tem um lá: "Olá, Mercedes!"

atualizado 29/10/2019 9:26

O SUV GLC, da Mercedes-Benz, chegou ao Brasil com uma novidade: o motor 2.0 turbodiesel, de 194cv e 39kgfm de torque disponíveis. Com duas versões: GLC 220d Off-Road e Enduro 220d. O modelo — com câmbio automático de 9 marchas — acelera de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos, com velocidade máxima de 215 km/h (controlada eletronicamente). 

A versão Cupê tem configuração única (300, com motor 2.0 turbo a gasolina, com quatro cilindros). São 258cv, com excelentes 37,7kgfm de torque. O preço: R$ 362,9 mil? Faz de zero a 100 km/h em 6,3 segundos — e com velocidade máxima, também limitada eletronicamente, de 240 km/h. 

 

O GLC passou por uma reestilização: ganhou novos faróis, mais ovalados, e um para-choque com entradas de ar redesenhadas (assim como as lanternas traseiras). E só. 

Internamente, mudanças no quadro de instrumentos, que passa a ser  totalmente digital – com display de 12,3’’. O sistema de entretenimento vem com tela de 10,25’’ e uma tecnologia que a marca alemã chama de MBUX (para Mercedes-Benz User Experience). 


Preços

Foto: Mercedes-Benz/Divulgação

GLC 220d Off-Road – R$ 294.900

GLC 220d Enduro – R$ 329.900

GLC 300 Coupé – R$ 362.900


Esse assistente pessoal virtual conversa com o motorista — tipo aqueles de banco e telefônicas: “Oi, Mercedes”, “Olá, Mercedes”. Aí, em vez do saldo da conta- corrente, escolha a temperatura, uma emissora de rádio e por aí vai.

E mais: o modelo tem cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, carregamento do celular por indução e abertura do porta-malas com o movimento dos pés —  e, por fim, baliza 360°, principalmente a versão Enduro, a mais recheada.

SOBRE O AUTOR
Renato Ferraz

Pernambucano e jornalista desde 1988. Trabalhou em veículos como Diário de Pernambuco, no Recife; revista Veja, em Belo Horizonte; Correio Braziliense, em Brasília. Tem duas pós-graduações: uma pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais/Universidad de Navarra e outra pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub). Cobre o setor automobilístico há 15 anos.

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