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A General Motors garante que pelo menos 100 componentes do novo Prisma foram alterados e melhorados para garantir duas coisas básicas: melhorar a rigidez da estrutura e reduzir peso e consumo, adaptando-se, assim, à nova realidade de emissão de poluentes (o sedã fica 33kg mais leve).

Mas, e daí? Não seria a hora de um novo motor, de três cilindros – como boa parte das marcas já começa a adotá-lo? Bem, o consumidor dirá.

Fotos: GM Notícias

Em relação ao visual, não há dúvidas: o Prisma, com as mudanças na dianteira e na traseira, ficou bem mais bonito (foram trocadas as lanternas, o para-choque, as calotas e rodas).

Evolução

E quanto à oferta de equipamentos de segurança e conforto também houve evolução. A central multimídia MyLink é a principal delas: de segunda geração, agora é compatível com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay.

Fotos: GM Notícias

E o interessante é que sistema OnStar vem de série para todas as versões. Porém, a quantidade de serviços varia de uma para outra.

O OnStar permite consultas pela web, elaboração de rotas de navegação, concierge, localização de veículo roubado e, agora, até detalhes como a pressão dos pneus (por meio de um aplicativo no celular).

A central multimídia, acoplada, põe à disposição, também, a função Emergência, que informa automaticamente em caso de acidente e permite pedir serviço de socorro mecânico.

Testando, testando…

O Entre-eixos testou por uma semana a versão LTZ, com todos os acessórios opcionais possíveis.

Internamente, na versão testada, destaque para o couro marrom. Ele, por si só, dá um ar de carro superior. O quadro de instrumento mudou e também ficou bem charmoso.

Em relação ao desempenho, há detalhe: a curiosidade em descobrir o quanto mudou para melhor o velho motor 1.4 de quatro cilindros.

Fotos: GM Notícias

As alterações fizeram tanto efeito assim ou a GM apenas adiou a troca por um mais moderno, que atenda às exigências da legislação – e da própria população?

A GM trocou pistões, bielas e até a central de controle eletrônico – e até o tipo de lubrificante foi trocado.

Diante da impossibilidade de fazer comparações, devido ao tempo passado da avaliação com a versão anterior, resta avaliar o desempenho. A troca de marchas e as retomadas não fizeram o carro “sofrer”.

Mas é importante lembrar: mesmo com as mudanças, o 1.4 não ganhou potência e torque (até 106cv, com etanol; e torque de 13,9kgfm).

Mas o consumo pareceu bem baixo para os padrões (levando-se em conta as vias planas de Brasília, já que o teste foi exclusivamente urbano). A GM informa que a redução de consumo no Prisma foi de 22%.

O que deu para sentir de pronto foi a leveza do volante – agora, com assistência elétrica.

Fotos: GM Notícias

A versão avaliada – a LTZ – estava equipada com câmbio automático, de seis marchas (antiga, mas com alterações para melhorá-la). A troca parece tranquila, até bem suave – até em função dos trechos percorridos. Preço sugerido? R$ 64.690



testepreçoChevroletPrismaLTZ
 


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