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“A moda desaparece, mas o estilo é eterno.” Essa famosa frase do estilista Yves Saint Laurent é um bom norte para quem está construindo um lar. Entender como preferências e personalidade podem ajudar a elaborar um design para a casa que possa te acompanhar pela vida, sem cair nas armadilhas fáceis do modismo, é um exercício complexo, mas compensador.

Abaixo listo seis passos. Confira!

1 – Observe-se
Que tipo de roupas você usa? Peças clássicas? Básicas? Superdescoladas? Vintage? Sóbrias? Alegres? A forma como você se veste é um bom indicativo de qual estilo te deixa confortável. Abra seu armário e pense na sua combinação favorita. Sapato, calça, blusa, acessórios. Monte esse look sobre a cama e reflita sobre o motivo pelo qual ele é sua composição predileta… Pense nos adjetivos que você daria para essa roupa. Entenda por que ela te faz sentir bem.

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2 – Pesquise
Agora que você entendeu seu estilo pessoal, é hora de compreender se ele se relaciona com o estilo de design de interiores. Até porque há casos em que pessoas básicas no modo de se vestir preferem morar em casas exuberantes.

Para entender como essa relação se dá, abra o Instagram, o Pinterest ou mesmo uma guia do Google e busque por palavras-chaves ou hashtags de decoração. De preferência, busque por estilos decorativos, como “sala de jantar clássica”, “quarto de casal vintage”, “sala de estar contemporânea”. Navegue pelas fotos e salve as imagens favoritas. O Pinterest e o Instagram permitem que você salve as fotos preferidas em pastas que você mesmo cria, então são as plataformas ideais para pesquisas do tipo.

3 – Vivencie ambientes
As mostras de decoração cumprem bem a função de nos ajudar a entender o nosso estilo. Vale visitar tais eventos, que acontecem não só em grandes espaços, mas também em lojas de móveis e design. Entre nos ambientes decorados e perceba o que você sente ali e como esses sentimentos se relacionam com o estilo de decoração escolhido. Quando sentir aquela sensação de “eu moraria fácil aqui”, você terá um bom indicativo de que tipo de lugar combina com sua energia e personalidade.

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4 – Estilo de vida
Agora que tem uma boa base de referências do que gosta, é preciso entender como esses gostos se relacionam com seu estilo de vida. Nem sempre uma casa extravagante e cheia de detalhes é ideal, por exemplo, para quem tem muitos animais domésticos ou filhos. Uma casa muito cheia de informação também não combina com pessoas com dificuldade de organização.

A casa deve proporcionar uma vida prática e funcional aos seus moradores. Um espaço para relaxar e descansar. Casas muito cheias são boas para quem gosta de se dedicar a cuidados constantes com o espaço – do contrário, você se torna escravo da decoração.

5 – Tenha calma
Montar uma casa funciona melhor quando o processo respeita o tempo. Quando o processo inclui reflexão, um bom projeto, tempo para encontrar objetos que você realmente ama e quer. E não aqueles que “ah, acho que isso aqui está baratinho e ficaria legalzinho na minha sala”.

Esqueça o legalzinho. As casas mais bonitas que eu conheço só ganharam uma maturidade estética com o tempo, ganhando pedaços reais da vida dos moradores. Assim, enquanto nosso estilo pessoal se desenvolve, a casa se desenvolve também.

6 – Fator felicidade
Lembram-se da coluna sobre a Marie Kondo? Ela fala da importância de aprender a sentir felicidade ao vivenciar a sua casa, a deixar no espaço objetos que te tragam sensações felizes. Preencha seu espaço com coisas que você ama – não tem como errar quando nos baseamos nesses sentimentos bons. Vale investir em garimpos de viagem, objetos de família, presentes de amigos queridos, uma peça que você namorou por tempos antes de comprar.

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