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Falar em neutralidade na decoração, muita vezes, vem com uma carga de conceitos nada positivos. Para alguns, optar por uma linguagem estética neutra pode soar como uma opção segura e preguiçosa. Para outros, uma escolha pouco criatividade e, aos olhos da maioria, uma solução com pouco sal e nenhuma pimenta.

 

A questão é que a casa não deve ser projetada para os olhos dos outros. E se a neutralidade combina com a sua personalidade, sua forma de enxergar e sentir a vida, esqueça as casas das capas de revistas, as imagens do Pinterest, e procure formas de encaixar a simplicidade no lar sem que ele perca a identidade.

É preciso entender que tornar um ambiente neutro atraente pede um grande esforço criativo, com resultados não só bonitos e funcionais, mas atemporais – o grande trunfo da neutralidade.

 

A  regra é fugir dos modismos, da cor do ano, dos excessos de objetos e estampas. É o primeiro passo para permitir que a neutralidade seja a moldura de escolhas simples e bem-feitas que, no fim das contas, podem ganhar um caráter despretensioso que traz muito mais elegância que aquelas casas repletas de ornamentos, espelhos, brilhos.

 

Aposte nos tons de madeira, em uma iluminação simples e bem pensada. Explore o uso pontuado de plantas. Escolha uma textura neutra de contraste.

Crie, dentro da simplicidade da neutralidade, pontos focais interessantes, como o uso de uma luminária com um design mais impactante, ou mesmo um belo quadro emoldurado. Busque expor um ou dois objetos que contam sua história, que expressem sua personalidade.
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