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Com os consumidores adotando uma postura mais orgânica e holística, não é surpresa que o kombucha seja o produto que mais cresce na indústria de bebidas, de acordo com a Beverage Daily. Mas, o que é o kombucha?

Trata-se de uma bebida milenar viva – registros indicam que teve origem na China, em meados de 221 a.C. –, probiótica e fermentada, com efervescência natural por meio de ingredientes simples: chá preto ou verde + água + açúcar + scoby (cultura de fermentação feita a partir de uma colônia simbiótica de bactérias e leveduras). Um mix capaz de garantir alguns benefícios para a saúde.

Sim, a fórmula para fazer kombucha requer açúcar, mas ele é necessário para alimentar o scoby e ajudar no processo de fermentação. Portanto, é alimentado, não adoçado, com açúcar. Depois de uma quantidade significativa de tempo de fermentação, restam apenas vestígios dele.

A bebida milenar é uma ótima alternativa ao refrigerante, além de ser uma excelente fonte de probióticos para o intestino, com muitas vitaminas e propriedades de desintoxicação para limpar o corpo e sustentar um sistema imunológico saudável.

Apesar de ainda não existir um estudo científico clínico do uso de kombucha em humanos, os possíveis benefícios da bebida incluem desintoxicar o sangue, reduzir os níveis de colesterol, equilibrar a pressão arterial, proteger contra o diabetes, combater o envelhecimento e tumores, desintoxicar o fígado, além de ter efeitos antibacterianos e tratar úlceras gástricas, colesterol alto, bem como melhorar a resposta imunológica do corpo.

Uma substância química chamada DSL (ácido D-Sacarico-1,4-lactona) é potencialmente o componente mais benéfico do kombucha. DSL tem o potencial de inibir uma importante enzima, β-glucuronidase, que pode estar ligada ao crescimento do câncer.

Com a popularização da bebida e a busca por lucro acima de tudo, algumas marcas conhecidas nos Estados Unidos foram acusadas de desviar do real propósito, pasteurizando o chá (procedimento que mata o principal beneficio do produto), além de carregá-lo com açúcar.

Por isso, é importante conhecer a marca e saber se o que você está bebendo é realmente o “elixir da saúde” esperado. Também recomenda-se escolher sempre um produto orgânico, pois garante ingredientes de qualidade. Qualquer mudança na produção deverá ser reportada à empresa de inspeção e certificação de produtos orgânicos.

Além disso, o consumidor deve verificar a lista de ingredientes e sempre estar atento à cor do chá, que é bronzeada clara. Se o produto apresentar uma cor forte, com manchas de mofo e cheiro ruim, não beba.

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Grávidas podem tomar? A resposta é: depende. Se você já era acostumada com kombucha, sim. Entre outros benefícios, ajudará a maximizar a absorção de nutrientes, pois é probiótico. Além disso, as mulheres grávidas muitas vezes sofrem de falta de energia e o chá garantirá um impulso de energia sem recorrer à cafeína ou ao açúcar. As mulheres grávidas também frequentemente lutam com constipação durante a gravidez e a bebida poderá minimizar o sintoma.

Por último, todo mundo sabe que a gravidez aumenta a produção de muco, e o kombucha pode ajudar a limpar e a desintoxicar o corpo com segurança, para evitar possíveis doenças.

Mas se você nunca tomou a bebida, melhor evitar. Em casos muito raros, o kombucha pode causar uma reação nos bebedores iniciantes. De todo jeito, consulte sempre o médico.

 



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