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Marcelo D2 fuma maconha com os filhos em casa: “Família canábica”

Cantor fez um vídeo ao lado de quatro dos cinco filhos e apareceu usando a substância com os jovens

atualizado

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Na Moral Produções/Divulgação
Foto de Marcelo D2 com fundo amarelo e soltando fumaça pela boca - Metrópoles
1 de 1 Foto de Marcelo D2 com fundo amarelo e soltando fumaça pela boca - Metrópoles - Foto: Na Moral Produções/Divulgação

O rapper Marcelo D2 reuniu seus quatro filhos para falar sobre maconha. Vídeo feito para o Universo D2, o que o cantor classifica como conteúdo para “usuário e cultivador”, ele contou que fuma maconha com os jovens e considera que faz parte de uma “família canábica”.

“Vocês viram maconha em casa. E nunca escondi de nenhum de vocês. E é engraçado que ninguém fumou comigo na primeira vez, né? Fumaram a minha maconha, roubaram a minha maconha, mas não fumaram comigo”, afirma D2, enquanto os cinco usam a substância.

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O rapper é pai de Stephan, de 31 anos; Lourdes, de 22; Luca, de 19; Maria Joana, de 18; e da bebê Maria Isabel. Apenas os mais velhos estavam presentes no vídeo.

“Eu acho meio estranho de ter uma família que não faz isso, que o pai fuma escondido dos filhos e os filhos fumam escondido dos pais”, pontuou o rapper.

Stephan, filho mais velho de D2, comentou sobre o entendimento do que era a maconha dentro da casa deles: “Acho que o bom disso foi isso. Antes de a gente fumar, a gente já entendia o que era a ‘parada’. A gente já sabia aonde estava indo.”

“O futuro é canábico. Não é brincadeira, porque onde está legalizada ela tem se espalhado no recreativo, medicinal e terapêutico. Por conta de toda essa hipocrisia o cara tem que ficar escondido. A gente é uma família canábica, né, cara? Podemos nos classificar como uma família canábica”, afirmo Marcelo.

Nome de Maria Joana

Em certo momento do vídeo, Marcelo comentou sobre como ele e a mãe de Maria Joana escolheram o nome da jovem. A escolha do nome é semelhante com a gíria usada para se referir a substância.

“Quando a gente soube que era menina, tua mãe falou: ‘Eu queria muito que fosse Joana’. Eu falei: ‘Pô, queria que fosse Maria. Eu queria muito ter uma filha Maria’. E a gente falou: ‘Ué, podia ser Maria Joana. E a gente olhou um para o outro e falou: ‘Ih… será?'”, riu o rapper.

“Mas não foi por causa [da droga]… Senão, os outros iriam ser o Canábico, a Sativa, a Índica…”, prosseguiu o cantor.

 

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