Time do goleiro Bruno se manifesta após Justiça determinar prisão
Justiça do Rio de Janeiro determinou prisão do goleiro Bruno após ele descumprir regras da liberdade condicional
atualizado
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O Menezes Esporte Clube, time amador de Minas Gerais, se pronunciou, na noite desta sexta-feira (6/3), após a Justiça do Rio de Janeiro determinar a prisão do goleiro Bruno por descumprimento de regras da liberdade condicional concedida anteriormente.
Ao Metrópoles, o diretor esportivo Bruno Ferreira disse que o Menezes confia no acordo firmado com o goleiro Bruno e espera pelos desdobramentos do caso. “Estamos esperando os desdobramentos. Até agora, o que sabemos foi com relação a não cumprir todas as exigências. Estamos aguardando”, disse o dirigente.
Ainda segundo o clube, o contrato com Bruno foi assinado em Cabo Frio (RJ). O goleiro não chegou a viajar para Minas. O acordo de Bruno com o Menezes foi oficializado no último sábado (28/2). Anteriormente, o atleta estava no Vasco do Acre, onde disputou partida da 1ª fase da Copa do Brasil.
Prisão
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) confirmou a revogação da liberdade condicional do goleiro Bruno, decretada nessa quinta-feira (5/3). A decisão se deu após o atleta sair do estado do Rio de Janeiro, em viagem ao Acre, sem autorização prévia da Justiça. Bruno viajou no início de fevereiro.
Na ocasião, ele jogou pelo Vasco do Acre diante do Velo Clube. Durante os 90 minutos, o confronto terminou empatado em 1 x 1. Nos pênaltis, Bruno defendeu dois pênaltis e converteu uma cobrança. Mesmo assim, o Vasco do Acre foi superado por 3 x 2.
Bruno cumpre pena pelo assassinato de Eliza Samudio. Eliza foi morta, esquartejada e jogada para os cachorros, conforme declarações do goleiro no julgamento de 2013, ocorrido no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ele foi condenado a uma pena de 22 anos e 3 meses de prisão.
Defesa
Em nota, a defesa de Bruno confirmou que houve a revogação do livramento condicional.
Ressalte-se que ele atualmente reside em Cabo Frio, embora a execução esteja tramitando no Rio de Janeiro. Assim, a guia de execução deverá ser encaminhada para Cabo Frio/RJ, onde o regime semiaberto é cumprido na modalidade domiciliar. Por fim, registra-se que a defesa irá interpor o recurso cabível contra a decisão”, diz defesa.












