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Rosa Weber questiona PGR sobre prorrogação de inquérito da Covaxin

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é investigado pela PF sobre possível prevaricação diante de denúncias na compra do imunizante

atualizado

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Daniel Ferreira/Metrópoles
Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber
1 de 1 Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber - Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido de prorrogação feito pela Polícia Federal em inquérito que apura a suposta prática de prevaricação pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no processo de compra da vacina indiana Covaxin.

“A PF quer mais 45 dias de prazo para análise conjunta e confronto de todos os dados e informações obtidos até agora na investigação. É praxe que a PGR se manifeste sobre todos os pedidos que envolvam um inquérito”, argumentou a ministra no pedido.

O processo de compra do imunizante contra Covid-19 foi cancelado após investigações da CPI da Covid-19.

Segundo o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), Bolsonaro foi informado sobre as suspeitas de contrato superfaturado e teria prometido mandar o caso para a PF. O inquérito para apurar o caso Covaxin só foi aberto, contudo, em 30 de junho, após a denúncia ser publicamente divulgada. Líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) estaria envolvido no esquema.

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