Rolou nesta 5ª: teletrabalho no pós-pandemia; Justiça torna Alckmin réu

Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) atualiza: Brasil chega a 91.263 óbitos e 2,6 milhões de casos confirmados de Covid-19

Rolou nesta quinta-feira (30/7): o Ministério da Economia anunciou que irá expandir o teletrabalho de servidores públicos federais após a pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Uma instrução normativa será publicada nesta sexta-feira (31/7) e estabelecerá as orientações para a adoção do regime.

O servidor que aderir ao teletrabalho – em regime parcial ou integral – terá que assinar e cumprir um plano de trabalho. As novas regras entram em vigor no dia 1º de setembro. As despesas com internet, energia elétrica, telefone e outras semelhantes são de responsabilidade do participante que optar pela modalidade de teletrabalho. Não haverá cômputo de horas extras ou de banco de horas.

De acordo com dados do Ministério da Economia, 357,7 mil servidores públicos federais estão trabalhando em casa, incluindo as instituições da Rede Federal de Ensino. Esse número representa 63% do total da força de trabalho da Administração Pública Federal.

E a Justiça Eleitoral de São Paulo aceitou a denúncia do Ministério Público contra o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) por falsidade ideológica eleitoral – crime de Caixa 2 –, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Com isso, o tucano torna-se réu no processo.

O MP acusa Alckmin de receber R$ 11,3 milhões da construtora Odebrecht durante as campanhas eleitorais de 2010 e 2014 ao governo do estado de São Paulo pelo PSDB. O ex-governador foi citado por três delatores do grupo. Segundo o MP, Alckmin recebeu os recursos sob o uso de diversos codinomes, como “pastel”, “pudim” e “bolero”.

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