Bolsonaro dirige ônibus elétrico do Palácio da Alvorada ao Planalto

Acompanhado por ministros, o presidente participou de demonstração de ônibus da Marcopolo na manhã desta segunda-feira (29/11)

atualizado 29/11/2021 12:59

Bolsonaro Policia FederalRafaela Felicciano/Metrópoles

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) dirigiu um ônibus elétrico no trajeto entre o Palácio da Alvorada e o Palácio do Planalto. Ele estava acompanhado pelo presidente do Conselho de Administração da Marcopolo, Mauro Bellini, e pelos ministros da Economia, Paulo Guedes; da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes; do Meio Ambiente, Joaquim Leite; e de Minas e Energia, Bento Albuquerque. O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) também participou da agenda.

A ação não estava prevista na agenda oficial das autoridades e ocorreu após reunião de executivos da Marcopolo com Bolsonaro e ministros, na Residência Oficial da Presidência da República.

Segundo o diretor de engenharia da Marcopolo, Renato Florence, esse é o primeiro ônibus 100% elétrico produzido inteiramente no Brasil. O projeto começou a ser desenvolvido há quatro anos, e a empresa fez a demonstração ao presidente da República.

Após a reunião, Bolsonaro decidiu dirigir o veículo. Procurada pelo Metrópoles, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) não respondeu até a última atualização se o presidente está habilitado para conduzir ônibus.

Em declaração à imprensa, Bolsonaro saudou o “espírito empreendedor” da Marcopolo e reconheceu que o protótipo custa caro, mas afirmou que a tendência é baixar o preço.

“Como é um protótipo ainda, obviamente que custa caro, mas a tendência é baixar o preço e, dessa forma, nós colaborarmos para mudar ainda mais a forma de se fazer transporte no Brasil e no mundo”, disse Bolsonaro.

O mandatário ainda assentiu que os preços dos combustíveis estão altos no Brasil: “Os preços dos combustíveis estão altos no Brasil. As causas disso são algumas e venho debatido, falado muito sobre elas”. Ele também lembrou que zerou todos os impostos federais sobre o gás de cozinha.

Por sua vez, o ministro Paulo Guedes indicou que a tecnologia verde é uma forma de melhorar o transporte urbano de massa.

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